Felipe Moreira: O juiz-forano de 19 anos que já é titular do Minas.

felipe roque(Foto: Arquivo pessoal Felipe Roque)

Em entrevista exclusiva, o juiz-forano Felipe Moreira Roque, de apenas 19 anos, contou um pouco sobre a sua temporada no Minas Tênis Clube, suas ambições para o futuro e sobre a reestruturação do Minas após a perda de seu principal patrocinador. O oposto que iniciou sua carreira no Clube Bom Pastor/UFJF e se transferiu para o Minas ainda nas categorias de base, já tem experiência em campeonatos de alto nível, já que disputou o mundial da categoria sub-19 pelo Brasil.

O Minas Tênis Clube é uma das equipes mais antigas e tradicionais do voleibol nacional. A equipe disputou todas as edições da Superliga de Vôlei e já conquistou 4 títulos da competição (1999/2000, 2000/2001, 2001/2002, 2006/2007), além de ter sido vice-campeão outras 3 vezes (2004/2005, 2005/2006, 2008/2009).

Desde a década de 90, a empresa de telefone Telemig Celular, que depois foi comprada pela Vivo, foi a principal patrocinadora da equipe masculina do Minas, mas ao fim da última temporada essa longa parceria chegou ao fim e o Minas teve de procurar um novo patrocinador principal, o que obrigou a equipe a apostar em jovens talentos da base e poucos reforços pontuais para a temporada 2016/2017.

A equipe perdeu muitas peças como o oposto cubano Escobar, o levantador Everaldo, os ponteiros Everaldo e Raidel e o líbero Lucianinho. E para repor essas perdas contratou outro oposto cubano, Yordan Bisset, os ponteiros Mão e o experiente Samuel, que retornou à equipe, e o levantador Thiago Gelinski.

Devido a demora na definição do novo patrocinador principal, Felipe contou que o projeto do Minas de utilização dos atletas da base teve de se intensificar, já que a equipe só teve verba suficiente para contratar algumas peças em posições chaves para dar mais experiência e rodagem ao time.

Sobre o modo que a diretoria conduziu ao preparar os jovens para a composição do elenco principal, o oposto Felipe Roque afirmou que acabou sendo um processo natural:

Felipe: “O minas quer voltar às antigas tradições de usar membros da base na ponta , e com isso eles dão todo o suporte técnico para que os jovens consigam ganhar seu espaço”

Logo no início da Superliga, parecia que o Minas não conseguiria manter o nível de competitividade das temporadas anteriores, já que a equipe começou oscilando muito, principalmente com derrotas em casa para o Brasil Kirin por 3 a 1, e para o JF Vôlei por 3 a 0. Felipe justificou que a oscilação se deu principalmente devido a algumas ausências:

“No início da Superliga ocorreram várias lesões , e com isso o time quase nunca estava completo . Com a recuperação de todos o time titular pode se estabilizar nos jogos”

Mas conseguiu se recuperar a tempo e terminou a fase classificatória em 6 º lugar, com 34 pontos, 12 vitórias e 10 derrotas. Agora enfrenta o Sesi-SP nas quartas-de-final, com o primeiro jogo marcado para o dia 18 de março, às 14:10 de tarde, com transmissão da Rede TV.

O jovem Felipe Roque, de 19 anos, e 2,06 metros de altura, foi uma das peças importantes para essa arrancada do Minas, já que o oposto cubano Bisset passou boa parte da temporada lesionado e o jovem talento agarrou sua oportunidade, sendo um dos destaques do time. O atleta que também atua pela seleção brasileira de base, destacou a importância de ir bem em sua primeira Superliga.

felipe roque 2.jpg

(Foto: Blog Saída de Rede)

“Essa é a minha primeira Superliga , é uma experiência completamente nova pois nunca tinha jogado um campeonato desse nível”

E ainda projetou o seu futuro próximo no voleibol:

“Ainda tenho que melhorar em muitos aspectos, eu penso em evoluir a cada dia para ser um jogador completo . Assim podendo me estabilizar no mercado do vôlei”

Sobre o que esperar do Minas nas quartas-de-final, contra o Sesi-SP, Felipe destacou que a equipe está preparada para representar a história e tradição que o Minas tem na Superliga.

“A gente tem treinado e estudado muitos nossos adversários e com certeza vão ser jogos duros . Então pode esperar muita dedicação e foco para os play-offs”

O juiz-forano Felipe Moreira Roque terminou a primeira fase da Superliga como o 20 º jogador que mais pontuou na Superliga, tendo marcado 213 pontos. Em sua equipe, apenas o central e capitão Flávio pontuou mais vezes, 218 pontos.

Por Gustavo Pereira

 

 

 

Handebol por e para elas

WhatsApp Image 2019-03-21 at 10.42.24

(Arquivo pessoal Barbarah Monteiro)

Uma frase que já é bem conhecida, mas ainda sim muito verdadeira é: o esporte transforma vidas!

Barbarah Bella D’ Carmo Monteiro, 1,73 m de altura é jogadora de handebol do AAU (Associação Atlética Universitária) de Concórdia SC e coleciona convocações para a seleção brasileira de base.

Trajetória

WhatsApp Image 2019-03-21 at 10.43.12

(Arquivo pessoal Barbarah Monteiro)

Com apenas 12 anos, Barbarah Monteiro iniciou sua carreira no handebol pelo colégio Imaculada Conceição (CIC) de Leopoldina.

“Ali foi onde descobri o esporte e vivenciei minhas primeiras experiências. O que me marcou na passagem foi o técnico, que até hoje me acompanha e se tornou meu pai, além do prêmio de melhor jogadora do estado em 2015, que me levou a uma premiação em Belo Horizonte no grande Mineirão”

Entre os anos de 2014 e 2015, atuou pelas equipes do SESI de Cataguases, Associação Desportiva de Juiz de Fora e SESI de Ubá, onde Barbarah  foi eleita melhor central do campeonato Mineiro Infantil, atleta revelação do Mineiro Cadete, além de conquistar o vice campeonato na Categoria Infantil, e em terceiro lugar no Mineiro Juvenil.

No entanto, em 2016 é que teve a primeira oportunidade de sair de casa para um projeto da cidade de Montes Claros-MG, onde foi juntamente com seu técnico Fernando Maciel e companheiras de time.

Em 2017, Barbarah retornou a Juiz de Fora e conquistou o Bicampeonato dos Jogos Escolares de Minas Gerais, Bicampeonato do Mineiro Juvenil, Bicampeonato do Mineiro Cadete, Tricampeonato dos Jogos Intercolegiais e ainda representou Minas Gerais por duas vezes nos Jogos Escolares da Juventude (JEJ).

“Cresci muito em grupo, e pelo forte aspecto coletivo, colecionei prêmios individuais como melhor jogadora de todos os mineiros que participei e melhor da minha posição em todos os mineiros também. Além disso fui vice-artilheira de um dos campeonatos citados e a melhor da partida em alguns jogos”.

2017 e o grande salto em sua carreira

Fundamental! É assim que Barbarah Monteiro define o ano de 2017.

“Foi um ano relativamente atípico. Tive a oportunidade de representar um time gaúcho no meu primeiro brasileiro de clubes. Em 5 dias, treinamos com as “gurias” da LHH (Liga Hamburguense de Handebol) e nos consagramos vice campeãs brasileiras de clubes. Perdemos uma final disputadíssima contra a forte equipe paulista do ECP (Esporte Clube Pinheiros).”

Mudança de patamar

WhatsApp Image 2019-03-21 at 10.43.14

(Arquivo pessoal Barbarah Monteiro)

“Após esse campeonato, fui convocada para meu primeiro acampamento de desenvolvimento nacional em São Bernardo do Campo. Esse acampamento agrupou as 45 melhores atletas da categoria”.

Mas foi depois do acampamento que sua carreira deu um verdadeiro salto:

“Em 2018, realizei meu primeiro sonho, cheguei a seleção brasileira de Handebol Juvenil. Nosso grupo, composto por 16 atletas, foi campeão do Pan-americano Juvenil em Buenos Aires. Com isso, conquistamos uma vaga para o mundial na Polônia, que acabamos não  indo por questões financeiras.

A transição para a carreira profissional

WhatsApp Image 2019-03-21 at 10.43.16

(Arquivo pessoal Barbarah Monteiro)

Em 2018 a atleta defendeu a Associação Desportiva de Juiz de Fora pela última temporada, já que em 2019 fechou com o AAU (Associação Atlética Universitária) de Concórdia-SC.

O clube é o atual campeão da Liga Nacional, dos Jubs (Jogos Universitários Brasileiro) e de outros importantes campeonatos estaduais.

“Pela primeira vez em um clube de categoria adulta e profissional, tive a honra de fazer parte do grupo que representou o Brasil no primeiro Campeonato Sul Centro Americano de clubes que aconteceu aqui em Concórdia-SC. Fomos campeãs, conquistamos a América e uma vaga para o Mundial de Clubes, que acontecerá na China em Junho. Sem dúvidas esse último campeonato foi o meu maior feito, fisicamente e psicologicamente falando.”

Esporte e estudos podem sim andarem juntos

A partir de sua mudança para Concórdia, onde Barbarah iniciou também sua faculdade, vieram suas principais realizações e experiências.

“O handebol para mim ganhou outro significado. Eu me reencontrei aqui, onde atualmente estou, nessa cidadezinha do oeste catarinense. Após um ano complicado, de muitas indecisões, em 2019 posso dizer que o handebol se tornou uma PORTA. Primeiramente uma porta para o meu ensino superior, que graças ao esporte iniciei. Se tornou uma porta para o conhecimento de uma nova cultura. Uma porta para participar do melhor time de handebol do país. E por último… uma porta para eu me encontrar comigo mesma. Hoje posso dizer que após altos e baixos, estou 100% feliz fazendo o que eu amo, porque me reencontrei aqui!”

Falta de investimento e um recado ao nosso País!

Como grande parte dos esportistas no Brasil, Barbarah Monteiro sentiu na pele as dificuldades de se lidar com essa profissão tão linda, mas tão carente de recursos:

“A maior dificuldade é a do reconhecimento. Todo atleta, de qualquer modalidade, convive com a entrega total, abdicação de varias coisas, dores, enfim… tem convivência com diversas dificuldades. O atleta de handebol, ele tem seu encontro com todas as dificuldades e mais a falta de reconhecimento de um trabalho tão intenso e de tamanha entrega. A falta de investimento leva a falta de reconhecimento, a falta de espaço, de atenção, de tudo que eu citei anteriormente. Espero, que aos poucos, nós consigamos reverter essas dificuldades e carências.”

Entretanto, potencializar o handebol, assim como tem ocorrido com o futebol e com o voleibol, é essencial!

“O handebol precisa de atenção! Precisamos de visibilidade no esporte, de investimento e espaço. O que falta são olhares mais cautelosos de pessoas e instituições que têm o interesse de financiar/patrocinar um projeto ou atleta do esporte. Somos um bom investimento! Merecemos e queremos mais espaço”.

Com uma carreira tão vitoriosa, até parece que estamos falando de uma atleta com anos e mais anos de carreira, certo?

Na verdade, errado! Barbarah tem apenas 17 anos e está apenas no início de suas jornada.

Boas lembranças e projeções futuras

WhatsApp Image 2019-03-21 at 10.42.25

(Arquivo pessoal Barbarah Monteiro)

Sobre seu melhor momento na carreira, não houve hesitação:

“Sem dúvidas, meu melhor momento enquanto atleta foram os últimos 4 segundos no banco da final do Sul Centro Americano. Eu nunca me entreguei tanto a um momento, descarreguei tanta energia, vibração, emoção e felicidade em quadra quanto foi feito naqueles segundos. Eu faço parte de um grupo maravilhoso, e de um processo ainda mais bonito, creio que daqui a pouco tempo já vou ter outro momento tão intenso e marcante quanto esse, mas até então… esse é o escolhido!”

Por fim, Barbarah se definiu como alguém pé no chão e ao mesmo tempo sonhadora. Com a aproximação do Mundial de Clubes que vai ocorrer em junho na China, a atleta projeta seu futuro no handebol e na vida.

“Espero continuar abrindo portas com o handebol e deixando todas as outras que já abri, escancaradas. Pretendo evoluir muito para ajudar meu atual clube, me formar, sugar toda informação que as veteranas podem me passar e meu técnico também, para depois sair do país e jogar em outros clubes da Europa. E o mais importante, é que na busca dessa minha realização pessoal, eu possa continuar feliz fazendo o que eu amo”.

Por Gustavo Pereira

Raio-X do JF Vôlei na Superliga B

tatinho e tarik

(Juiz-foranos e identificados com o JF Vôlei, os irmãos Tatinho e Tárik são apostas para a equipe voltar à Superliga A)

Com um elenco muito jovem e um baixo investimento, O JF Vôlei fez uma campanha correta e dentro das expectativas na 1ª fase da Superliga Masculina B 2018/2019, e por ter ficado em 5º lugar enfrentará o Lavras Vôlei, 4º colocado e que terá a vantagem de jogar duas das três partidas em casa.

No total foram três vitórias conquistadas em 7 rodadas, sendo duas fora de casa e apenas uma em seus domínios.

Após um campeonato mineiro abaixo das expectativas, o clube pouco se movimentou para reforçar seu elenco e trouxe apenas o experiente líbero Tatinho, que é muito identificado com a equipe e veio para trazer experiência a um time muito jovem em que grande parte dos atletas é sub-23.

Com isso, a expectativa parecia fazer uma Superliga B de média para boa e tentar beliscar uma das duas vagas para a Superliga A, competição que o JF Vôlei já tinha acostumado a disputar.

No entanto, a equipe juiz-forana teve de enfrentar adversários com um investimento bem mais consolidado e maior, inclusive com jogadores experientes e já rodados na principal divisão nacional e até fora do Brasil, o que dificultou ainda mais a trajetória do JF Vôlei nessa primeira fase da Superliga B.

Números do JF Vôlei na temporada

Das sete partidas disputadas, em quatro delas o JF Vôlei pontuou, sendo três vitórias por 3 sets a 0 contra o São José (fora de casa), Apav Vôlei (fora de casa) e Upis (em casa e na última partida da 1ª fase) e uma derrota por 3 sets a 2 contra o Anápolis logo na primeira rodada e fora de seus domínios.

Das quatro derrotas sofridas porém vem a maior preocupação nessa primeira fase. Duas delas foram em casa e por 3 sets a 1, contra Botafogo e o próprio Lavras. Nas outras duas fora de casa, 3 x 2 contra o Anápolis e 3 x 0 contra o Apan Blumenau.

No balanço final foram 13 sets conquistados e 12 perdidos, o que confirma a força do JF Vôlei de conseguir apenas um set em 6 das 7 partidas disputadas.

Olhando também para o número de pontos conquistados x pontos contra, a equipe de Juiz de Fora mantém grande equilíbrio, sendo 565 pontos pró e 561 contra, saldo positivo de quatro pontos e que dá um saldo average de 1,007 para o JF Vôlei.

Dados negativos 

Entretanto, apesar de manter certo equilíbrio tanto na questão dos sets, quanto dos pontos pró e contra, pontualmente percebemos um apagão da equipe juiz-forana.

O primeiro foi na partida contra o Anápolis, em que após começar a todo pique vencendo o primeiro set por 25 x 21, acabou perdendo o segundo por 16 x 25. Depois disso venceu o terceiro set com boa vantagem (25 x 19), mas acabou perdendo os outros dois, 21 x 25 e 12 x 15.

O segundo e mais preocupante deles ocorreu no segundo set da partida contra o Lavras Vôlei, em que tinha acabado de vencer o primeiro set por 25 x 23 e perdeu por incríveis 13 x 25 o segundo, tentando equilibrar no terceiro (26 x 28) e voltando a perder por uma grande diferença o quarto e último set com parcial de 17 x 25.

O último “apagão” ocorreu contra o líder Botafogo, em que novamente o JF Vôlei venceu o primeiro set 25 x 22, equilibrou o segundo set 23 x 25, e desandou na hora da decisão, 18 x 25 e 18 x 25, perdendo por 3 sets a 1.

Outro ponto negativo é que nessa jornada o JF Vôlei não conseguiu fazer valer seu mandos de quadra, conquistando apenas três dos nove pontos disputados. Algo diferente do que a apaixonada torcida juiz- forana estava acostumada a ver nas temporadas da Superliga A.

Boas notícias e confiança

Se de um lado o JF Vôlei acabou sofrendo nos sets finais das partidas, a equipe precisa focar em manter o ritmo do início dos jogos. Das sete partidas, em seis delas o clube de Juiz de Fora ganhou o primeiro set, com exceção da derrota por 3 a 0 contra o Apan Blumenau, estatísticas animadoras, mas que devem ser convertidas também em vitórias nos sets subsequentes.

Outra boa notícia é que a equipe costuma fazer bons jogos fora de casa, conquistando 7 dos 10 pontos da primeira fase longe de seus domínios. Digo boa porque duas das três partidas contra o Lavras Vôlei serão disputadas fora de Juiz de Fora.

JF Vôlei x Lavras

Adversário do JF Vôlei, o Lavras Vôlei é um adversário que não oferece muitos mistérios para a equipe de Juiz de Fora, já que a base da equipe, incluindo o técnico Henrique Furtado, atuou por duas temporadas no próprio JF Vôlei, fruto de uma parceria com o Sada Cruzeiro, e que passou a ser firmada com o Lavras a partir da temporada atual 2018/2019.

No retrospecto recente porém, o JF Vôlei leva grande desvantagem. Nos dois confrontos na temporada, duas derrotas por 3 sets a 1, uma no campeonato mineiro 2018 e outra na própria Superliga B.

Por Gustavo Pereira

 

 

Saiba as posições dos jogadores de futebol em inglês e espanhol

posicoes-em-ingles-830x464

É inegável que vivemos em um mundo cada vez mais globalizado e conectado. E os esportes não ficam pra trás nisso, já que muitos assistimos esportes como NBA, NFL, e campeonatos de futebol espalhados pelo mundo, como Champions League, Liga Europa e mesmo os campeonatos nacionais de várias ligas europeias.

Com isso, cada vez mais acabamos procurando informações sobre equipes estrangeiras, fases de jogadores, assistimos a transmissões em outras línguas e mesmo nos envolvemos em discussões (saudáveis, é claro rsrs) com torcedores gringos.

Pensando nisso, vamos trazer pra vocês como se fala as posições dos jogadores em inglês e em espanhol pra que você esteja cada vez mais inteirado e pronto para consumir o melhor do futebol no mundo.

Posição: Goleiro

Inglês: Goalkeeper

Espanhol: Portero

 

Posição: Lateral-direito

Inglês: right back

Espanhol: lateral derecho

 

Posição: Lateral-esquerdo

Inglês: left back

Espanhol: lateral izquierdo

 

Posição: Zagueiro

Inglês: center-back or defender

Espanhol: defensor

 

Posição: Volante ou cabeça de área

Inglês: defensive midfielder or holding midfielder

Espanhol: mediocampista o centrocampista

 

Posição: Meio-campista (esquerda/direita)

Inglês: midfielder (left/right)

Espanhol: mediocentrista (izquierd/derecha)

 

Posição: Meia atacante ou meia ofensivo

Inglês: attacking midfielder or playmaker

Espanhol: medio delantero

 

Posição: Atacante (em geral)

Inglês: forward or striker

Espanhol: delantero

 

Posição: Ponta-de-lança ou Pontas (esquerdo/direito)

Inglês: wing or winger (left/right)

Espanhol: extremo (izquierdo/derecho)

 

Posição: Centroavante

Inglês: center forward

Espanhol: delantero centro

Por Gustavo Pereira

 

Se liguem nos jogadores que tem nome/apelido de animal

whatsappimage2019-01-31at13.41.33

Aranha- O experiente goleiro do Avaí se chama Mário Lúcio Duarte Costa, mas acabou ganhando o apelido ainda em Pouso Alegre por conta do goleiro soviético Lev Yashin, conhecido como Aranha Negra, devido a sua roupa e defesas difíceis que realizava.

Edson Ratinho- Lateral-direito do CRB, o jogador se chama Edson Ramos Silva. Seu apelido surgiu ainda na infância por ser pequeno e ágil. No entanto, o apelido pegou mesmo graças a Rivaldo, em 2007, que colocou na camisa do atleta o nome de “Edson Ratinho”.

Marcelo Cordeiro- Com o nome de Marcelo Cordeiro de Souza, o lateral-esquerdo que atua pelo São Bento acabou adotando seu sobrenome animal.

Júnior Urso- Agora livre no mercado, o volante de nome Ocimar de Almeida Júnior, foi apelidado de Júnior Urso na base do Santo André por sempre dormir muito após os treinamentos.

Paulo Henrique Ganso- Meio-campista do Sevilla e especulado em Athletico-PR e Fluminense, Ganso na verdade se chama Paulo Henrique de Chagas Lima, e recebeu o apelido por ser ruim de bola na infância. O responsável pelo apelido foi um roupeiro do Santos que chamava Paulo Henrique assim pois achava Ganso magro, alto e desajeitado, tanto correndo como com a bola.

Alexandre Pato- Atacante do Tianjin Quanjian, Alexandre Rodrigues da Silva recebeu o apelido de Pato por conta da sua cidade natal, Pato Branco, no Paraná.

Mosquito- O atacante Thiago Rodrigues da Silva, que joga pelo Najran SC, da Arábia Saudita, contou que passou a ser chamado de Mosquito por ser franzino, magrinho e rápido.

Flávio Caça-Rato- Atacante do Atlético Itapemim-ES, Caça-Rato, conhecido como o CR7 brasileiro, recebeu o apelido por ser um verdadeiro caça-rato em sua infância. A atividade era um refúgio para o atleta que teve uma vida muito difícil quando mais novo.

Por Gustavo Pereira

 

 

Confiram as datas das janelas de transferências de janeiro dos principais mercados mundiais

vai-e-vem-do-mercado.jpg

Talvez um dos maiores terrores dos clubes, principalmente aqueles de baixo e médio investimento, é a janela de transferências, que faz com que todo jogador que está em alta seja sondado, outros buscam novos horizontes, e outros tentam um futuro melhor a partir de novos desafios.

Pensando nisso, fizemos um Raio-X das datas de fechamento das janelas de transferências das principais ligas e dos principais mercados mundiais.

Assim, você fica mais tranquilo se sua equipe ainda está buscando novas contratações, ou desesperado caso algum talento do seu clube está sendo assediado.

Obs: Consideramos a janela de transferências internacionais e os dados foram retirados do Transfermarkt, site especializado em transferências e outros assuntos do mundo do futebol.

Alemanha

Abertura: 01/01/2019

Fechamento: 31/01/2019 (às 17 horas)

Arábia Saudita

Abertura: 07/01/2019

Fechamento: 04/02/2019 (às 23 horas)

Argentina

Abertura: 21/01/2019

Fechamento: 20/02/2019 (às 24 horas)

Bélgica

Abertura: 01/01/2019

Fechamento: 31/01/2019 (às 23 horas)

Brasil

Abertura: 10/01/2019

Fechamento: 03/04/2019 (às 24 horas)

China

Abertura: 01/01/2019

Fechamento: 28/02/2019 (às 23 horas)

Egito

Abertura: 01/01/2019

Fechamento: 31/01/2019 (às 24 horas)

Emirados Árabes Unidos

Abertura: 02/01/2019

Fechamento: 30/01/2019 (às 24 horas)

Espanha

Abertura: 02/01/2019

Fechamento: 31/01/2019 (às 23 horas)

França

Abertura: 01/01/2019

Fechamento: 31/01/2019 (às 23 horas)

Inglaterra

Abertura: 01/01/2019

Fechamento: 31/01/2019 (às 17 horas)

Itália

Abertura: 03/01/2019

Fechamento: 31/01/2019 (às 19 horas)

Japão

Abertura: 05/01/2019

Fechamento: 29/03/2019 (às 23 horas)

Holanda

Abertura: 03/01/2019

Fechamento: 31/01/2019 (às 23 horas)

México

Abertura: 01/01/2019

Fechamento: 31/01/2019 (às 24 horas)

Portugal

Abertura: 01/01/2019

Fechamento: 30/01/2019 (às 24 horas)

Qatar

Abertura: 01/01/2019

Fechamento: 31/01/2019 (às 24 horas)

Rússia

Abertura: 23/01/2019

Fechamento: 22/02/2019 (às 23 horas)

Turquia

Abertura: 04/01/2019

Fechamento: 31/01/2019 (às 23 horas)

Ucrânia

Abertura: 30/01/2019

Fechamento: 01/03/2019 (às 23 horas)

Por Gustavo Teixeira

 

Raio-X da Fase de Grupos da Champions League

WhatsApp Image 2018-12-12 at 20.08.57.jpeg

Mais uma fase de grupos finalizada na Champions League 2018/2019 e como sempre, a partir das oitavas serão separados os grandes dos gigantes da Europa.

Com o fim das seis rodadas, fizemos um Raio-X de alguns critérios importantes que tornam algumas equipes muito fortes para a disputa do mata-a-mata e outras que deixaram suas torcidas com uma pulga atrás da orelha.

É importante observar entretanto que obviamente há uma certa diferença qualitativa entre os grupos, o que pode ter influenciado no resultado final das equipes na fase de grupos da Champions.

Invictos

Nessa edição podemos dizer que houve uma maior nivelamento entre as equipes, tanto é que poucos times conseguiram manter a invencibilidade nas seis rodadas.

Barcelona: Em um dos grupos mais difíceis da fase de grupos, o B, o Barça nadou de braçadas e conquistou sua classificação de forma antecipada. Ruim para Tottenham e Inter de Milão, que precisaram lutar muito pelo segundo lugar.

Campanha- 4 vitórias e 2 empates

Porto: Com a melhor campanha dentre as 32 da fase de grupos da Champions League, o Porto voou no grupo D, e apesar de não ser um grupo tão difícil, a equipe portuguesa se reafirmou como grande da Europa.

Campanha: 5 vitórias e 1 empate

Bayern de Munique: Com uma já conhecida defesa sólida o Bayern não deu chances para seus adversários e saiu do grupo E com 14 pontos.

Campanha: 4 vitórias e 2 empates

Ajax: Juntamente com o Bayern de Munique, os holandeses fizeram uma fase de grupos muito correta e se classificaram sem sustos, com 12 pontos, também no grupo E.

Campanha: 3 vitórias e 3 empates.

Lyon: Talvez a campanha mais engraçada e diferente da fase de grupos, o Lyon passou para as oitavas da Champions vencendo apenas 1 partida! Isso mesmo, 1 vitória em 6 jogos. No entanto, em um grupo equilibrado com o poderoso Manchester City, Shakhtar Donestk e Hoffenheim a equipe francesa conseguiu sair invicta e ganhou de presente a classificação.

Campanha: 1 vitória e 5 empates.

Melhores ataques: 

Fazendo um Top 3 dos grandes poderes ofensivos nessa primeira fase temos:

1º lugar: Paris Saint-Germain

Com um trio de ataque formado por Neymar, Mbappé e Cavani não podíamos esperar algo diferente a não ser o melhor ataque da fase de grupos, com 17 gols marcados.

2º lugar: Manchester City

Com um já famoso modelo tik-taka implementado por Pepe Guardiola, o City é sempre letal. Em seis jogos os ingleses fizeram 16 gols, distribuídos entre seus vários craques.

3ºs lugar (es): Porto e Bayern de Munique

Do mesmo jeito que as duas equipes não deram chances para seus rivais e passaram invictas, podemos dizer que seus ataques foram determinantes para isso, já que as duas equipe marcaram 15 gols nos 6 jogos da fase de grupos da Champions.

Melhores defesa:

1º lugar: Borussia Dortmund

Com uma verdadeira muralha amarela protegendo seu gol, o Borussia sofreu apenas 2 gols em 6 jogos, sendo os dois na derrota para o Atlético de Madrid fora de casa, e obteve a melhor defesa disparada dentre 32 equipes.

2º lugar: Juventus

Com um primeiro lugar bem encaminhado, a Juventus fez o básico e se classificou bem, mas não tanto como o esperado. No entanto, ali estava a forte defesa italiana, reconhecida mundialmente e que sofreu 4 gols em 6 jogos, sendo 2 na última partida, contra o Young Boys.

3º lugar: Manchester United

Com os mesmos 4 gols sofridos do que seu parceiro de grupos, a Juventus, os Red Devils fizeram uma campanha sem brilho, mas passaram de fase. A equipe de José Mourinho fez apenas 10 pontos na competição, mas sua defesa foi fundamental para a classificação.

Melhores saldos de gols

1ºs lugar (es): Manchester City e Bayern de Munique

Com 10 gols de saldo para cada, as equipes provaram que equilíbrio é tudo para se dar bem na Champions.

3ºs lugar (es): Barcelona e Porto

Ambas equipes fecharam a fase de grupos com 9 gols de saldo e fizeram campanhas muito corretas, dignas de um bom saldo de gols, já que as duas vão para as oitavas invictas.

Piores saldos de gols

Só vou colocar a colocação desses pobres sacos de batatas, que só apanharam na competição.

1ºs lugar (es): Mônaco e Estrela Vermelha, com incríveis -12 de saldo.

3º lugar: AEK Athenas.

Quem sai mais forte?

-Bayern de Munique: Os bávaros sempre se fortalecem na fase de grupos e ganham ainda mais força para irem em busca de mais uma orelhuda.

-Porto: Com um futebol convincente o Porto trouxe de volta o poder do futebol português e apesar de não estar em um grupo tão forte, se provou grande e vai com força para as oitavas.

-Borussia Dortmund: Em um grupo médio de dificuldade, o Dortmund conseguiu golear o forte Atlético de Madrid e comprovou mais uma vez que é letal em sua casa. Além disso provou que gosta de fazer gols e teve a melhor defesa do campeonato até aqui.

-Barcelona: Sobrou em seu grupo e mostrou que Messi e companhia sempre entram para ganharem a Champions.

Quem sai mais fraco?

-Real Madrid: Ok, os merengues passaram em primeiro, com 12 pontos, 5 a mais que o terceiro lugar. No entanto, o efeito saída de Cristiano Ronaldo ainda está pesando o ambiente do Real Madrid e a troca de Julen Lopetegui por Santiago Solari ainda está sendo digerida pelo elenco. (OBS: No mata-a-mata a camisa pode pesar e o Real Madrid ir se fortalecendo)

-Tottenham Hotspurs: Em um grupo equilibrado e muito forte os Spurs não se saíram tão bem em seus testes e contaram com uma ajuda imensa da incompetente Inter de Milão para avançarem às oitavas.

-Liverpool: Atual vice-campeão da Champions, o Liverpool de Jurgen Klopp fez o básico para passar no grupo da morte e agora precisa melhorar muito para chegar às próximas fases.

Lyon: Apesar de invicto na fase de grupos, o Lyon vai precisar de muito mais para avançar ao menos às quartas de final da Champions, já que fez apenas 8 pontos, a menor pontuação entre os classificados.

Por Gustavo Teixeira

 

As equipes do horário nobre do Brasileirão 2018

Mais um ano se encerrando, e junto com ele o Brasileirão Série A vai chegando ao fim. Até o momento, Palmeiras possui uma considerável vantagem rumo ao título e as equipes do Internacional, Flamengo, Grêmio e São Paulo ainda possuem chances matemáticas de título.

Do outro lado da tabela tudo parece muito embolado, com muitas equipes na briga para não cair, sendo os principais concorrentes a queda o Paraná, América-MG, Vitória, Chapecoense, Sport, Vasco e Ceará. Entretanto, Corinthians, Botafogo, Bahia e Fluminense ainda tem chances matemáticas de cair.

Na turma do meio, Atlético-MG, Atlético-PR e Santos disputam uma última vaguinha para a Libertadores, enquanto o Cruzeiro já está garantido na próxima edição do principal campeonato da América do Sul e joga para cumprir tabela.

 

Raio X dos horários dos jogos

Todos sabemos que as transmissões de jogos podem variar de acordo com as posições das equipes nas tabelas e também por conta da disputa dos times em outras competições como Copa do Brasil, Sul-Americana e Libertadores.

Além disso, há diferentes tipos de contratos entre equipes e emissoras de televisão, que fazem com que alguns times acabem sendo mais privilegiados com jogos nos ditos horários nobres, que seriam aqueles horários em que as emissoras de televisão aberta costumeiramente transmitem as partidas.

Pensando nisso, o Raio-X Esportivo dissecou a tabela do Brasileirão 2018 para ver quais equipes tiveram mais jogos com possibilidade de transmissão no horário nobre, e quais acabaram com o maior número de jogos em horários ditos alternativos.

Para o parâmetro do levantamento, tomaremos como horário nobre os jogos de quarta-feira às 21:45 e de domingo às 16 horas (17 horas no horário de verão).

 

horario nobre

Pelo gráfico é possível ver que o líder Palmeiras ocupa o primeiro lugar com mais jogos no horário nobre, com 21 partidas, justificando sua boa fase e atraindo os olhares da televisão.

Outras equipes que merecem destaque nesse levantamento são Atlético-MG com 19 jogos com possibilidade de transmissão, Corinthians, Cruzeiro e Vitória com 18 partidas em horário nobre.

Por outro lado, algumas equipes acabaram jogando grande parte da temporada em horários alternativos, casos de Chapecoense, com apenas 6 partidas no horário nobre, Paraná com 8 jogos e Santos com 9 partidas com possibilidade de transmissão por uma emissora aberta. Vale dizer que dessas poucas partidas, grande parte delas só esteve presente no horário nobre por envolver algum dos times que mais tiveram partidas nessa faixa horária.

Raio-X por região

Se pegarmos as três regiões do Brasil que são contempladas com equipes no Brasileirão Série A (Nordeste, Sudeste e Sul) temos:

–> Mais transmissões:

-Vitória 18 (Nordeste)

-Palmeiras 21 (Sudeste)

-Internacional 15 (Sul)

–> Menos transmissões:

-Ceará 10 (Nordeste)

-Santos 9 (Sudeste)

-Chapecoense 6 (Sul)

Por Gustavo Teixeira

Fórmula 1: Lewis Hamilton é o presente e Max Verstappen

mac.jpg

Atual campeão da Fórmula 1, o inglês Lewis Hamilton é de longe o melhor piloto da competição. Com 5 títulos (já incluído o da temporada 2018), Hamilton é um destruidor de recordes e vem mostrando cada vez mais que está um patamar acima na principal competição de corrida automobilística do mundo, atualmente com 72 vitórias na carreira (a última sendo o prêmio do Brasil)

No entanto, o piloto já tem 33 anos e com isso o caminho natural é que outros pilotos surjam como expoentes da Fórmula 1 e possíveis novos fenômenos para as próximas temporadas.

E é aí que entra o holândes de apenas 21 anos, Max Verstappen. Conhecido por ser muito polêmico e inconsequente, Verstappen tem provado corrida após corrida que é um talento nato!

Piloto da Red Bull, o jovem disputa a F1 desde 2015 e já venceu 5 prêmios até aqui. Além disso, já esteve no pódio por 21 vezes (somando o 2º lugar no Brasil) e tem melhorado suas marcas a cada corrida e temporada.

Com um futuro muito promissor e um estilo agressivo de correr, Verstappen atualmente é o 5º colocado na temporada 2018, muito perto de Valtteri Bottas e Kimi Räikkönnen, o que lhe dá uma grande moral, tendo em vista que o piloto é o primeiro após os carros da Mercedes e da Ferrari, que inclusive costumam disputar ponto a ponto o título de construtores da temporada.

Além disso, a baixa idade de Max Verstappen frente aos seus adversários (Hamilton 33 anos, Vettel 31 anos, Räikkönnen 39 anos, Bottas 29 anos e Ricciardo 29 anos) já dá a possibilidade de disputar muitas temporadas além do que seus principais concorrentes e lhe credencia a um fortíssimo candidato do presente e do futuro da Fórmula 1.

 

Por Gustavo Teixeira

O Campeonato Francês mal começou…Mas já acabou!

psg2

Mais uma temporada se inicia na Europa, a 2018/2019, e com isso as expectativas se renovam, os objetivos das equipes são jogados lá pro alto, e as torcidas se animam com a possibilidade de um ano dos sonhos.

Se pegarmos os campeonatos da Inglaterra, Itália, Alemanha, Espanha, entre outras grandes ligas europeias, temos sempre postulantes ao título, dado o grande poder de fogo de ao menos 2,3 times em cada uma delas.

No entanto, a realidade do Campeonato Francês parece ser completamente diferente! Sai ano e entra ano e temos uma certeza… O Paris Saint-Germain estará na cabeça da Ligue 1.

Desde que a equipe foi comprada pela QSI (Qatar Sports Investment), em 2011, que é simbolizada na figura do presidente, Nasser Al-Khelaïfi, também CEO da empresa que é ligada ao governo do Qatar, o PSG mudou de patamar e passou a ser um pesadelo para as outras equipes do Francesão.

De lá pra cá a equipe se transformou totalmente, ou seja, passou de um tradicional time francês que tinha poucos títulos, antes de 2011 apenas 2 Ligue 1 (1985/1986 e 1993/1994), até um papa títulos, que atropela tudo que é adversário.

A mudança de mentalidade do poderoso PSG iniciou-se desde 2011, e na temporada 2012/2013 os títulos começaram a vir. De lá pra cá foram 5 títulos (2012/2013, 2013/2014, 2014/2015, 2015/2016, 2017/2018). A exceção à regra foi uma temporada fora da curva do Mônaco, que conquistou o título na temporada 2016/2017, e à época contava com Mbappé como uma das principais atrações da equipe.

Só que foi só o Mônaco se engraçar um pouquinho que o Paris Saint-Germain fez valer o seu elevadíssimo poder de compra e comprou justamente Mbappé, enfraquecendo o rival e dando um recado claro que não gosta de concorrência ao título Francês.

Na temporada atual, com 10 rodadas parece já termos o campeão. Com o Mônaco em queda livre, na vice lanterna, com apenas 6 pontos em 10 jogos, com o Nice em uma também péssima temporada, com 10 pontos em 9 jogos, e com o Bourdeaux em 8º, com 14 pontos em 9 jogos, sobrou para o Lille, Lyon e Olympique de Marselha rivalizar com o poderosíssimo PSG.

Coitados…

O Paris Saint-Germain faz uma temporada perfeita até aqui, totalmente justificada com o elenco da equipe de Paris, que conta com craques mundiais em todas as posições! Em 10 jogos são incríveis 10 vitórias e nenhum empate ou derrota. Além disso, são incríveis 37 gols marcados, 6 sofridos e um saldo de gols de 31.

Com isso, cabe aos “meros mortais” times franceses se contentarem com o segundo lugar pra baixo… Já para o PSG, a França ficou pequena demais para a equipe e a Champions League é o grande objeto de sonho, já que o clube nunca conquistou o título.

Por Gustavo Teixeira

Conmebol você é uma vergonha… E não fala a nossa língua

dede2

Não é nenhuma novidade que o Brasil possui uma clara diferença em relação aos outros países sul-americanos. Seja pela extensão de terra, diversidade cultural ou língua, fica evidente que há uma distinção entre o Brasil e as outras nações sul-americanas.

No entanto, ao trazermos para o futebol, essa situação se agrava. Dentro de campo as equipes brasileiras encontram mais dificuldade em se comunicarem com os árbitros e com isso são menos entendidos. A reconhecida catimba sul-americana é outra que costuma passar longe dos times brasileiros, que claramente não sabem “fazer cera”, e quando tentam, normalmente são punidos pelo árbitro ou pela bola. Além disso, observamos também uma centralidade brasileira como o principal mercado da bola na América do Sul, salvo exceções como Boca Juniors, River Plate e poucas outras equipes.

Só que uma diferença entretanto tem chamado muita atenção nas competições sul-americanas, principalmente na Libertadores: a grande tendência da Conmebol em prejudicar equipes brasileiras, e por outro lado favorecer equipes de outras nações da América do Sul, com um grande destaque para a Argentina, que parece ser a queridinha da Conmebol.

O mais recente e absurdo dos casos

dede.jpeg

Torna-se inevitável começar pelo grotesco episódio ocorrido no jogo de ontem (19/09/2018), entre Cruzeiro e Boca Juniors. Já é muito difícil jogar na Bombonera, ainda mais quando vemos 11 jogadores do Boca, trio de arbitragem, e ainda árbitro de vídeo (que deveria ajudar a diminuir os erros) contra a equipe do Cruzeiro.

Já perdendo por 1 a 0 e sofrendo uma grande pressão do Boca Juniors, em lance de dividida entre o zagueiro Dedé e o goleiro Andrada (que levou a pior e saiu do lance sangrando), o árbitro paraguaio (que nem merece ter o nome citado) simplesmente inventou uma agressão e expulsou Dedé. O lance foi bizarro! Grotesto! Absurdo! Inacreditável!

Agora o Cruzeiro vai tentar recorrer da decisão… Mas parte do estrago já foi feito… A equipe mineira jogou quase 30 minutos com um a menos e acabou sofrendo um segundo gol. Agora os argentinos podem até perder por 1 gol que se garantem na semifinal da Conmebol Libertadores.

Conmebol escancara seu amadorismo em 2018

No entanto, se depender da Conmebol, o Cruzeiro (brasileiro) vai continuar prejudicado, até porque lisura é algo que passa muito longe dessa instituição vergonhosa.

Apenas para ilustrar o amadorismo da Conmebol, tivemos três casos de jogadores que supostamente teriam atuado de forma irregular. Digo supostamente porque em seu centenário (2016), a mesma instituição reduziu a pena de todos os atletas que teriam alguma partida de suspensão a cumprir.

Nesse bolo tínhamos Carlos Sanchéz, hoje no Santos e suspenso em 2015 na Copa Sul-Americana, Bruno Zuculini, hoje no River Plate e suspenso em 2013, e Ramón Ábila, hoje no Boca Juniors e suspenso na final da Sul-Americana de 2015.

Dos três casos, o Indepediente (Argentina) entrou com ação contra o Santos e a equipe brasileira foi punida com uma derrota por 3 a 0.

No caso do River Plate, a própria Conmebol acusou a irregularidade e logo tratou de ajudar a equipe, falando que como ninguém entrou com ação, não haveria punição.

No terceiro caso, o próprio Boca Juniors foi denunciado pelo Libertad do Paraguai, mas a Conmebol nada fez, deixando claro que tem dois pesos e duas medidas.

Os motivos

Apesar de não ser nada certo… Parte da comissão da Conmebol é argentina, o Brasil (CBF) foi o único país Sul-Americano que votou contra a Copa de 2026 nos EUA, México e Canadá… Além disso Boca Juniors e River Plate possuem um longo histórico de serem ajudados na Libertadores…Entre outros motivos que nos fazem acreditar que a Conmebol é uma vergonha em todos os pontos de vista!

Por Gustavo Teixeira