Univolei é exemplo de profissionalismo no vôlei amador juiz-forano

A cidade de Juiz de Fora sempre teve tradição no voleibol. Atletas como Giovane Gávio, André Nascimento, entre tantos outros saíram de Juiz de Fora para disputar Superliga e até mesmo chegar a seleção.

Para além disso, a cidade vem se mostrando apaixonada pelo esporte, e esse sentimento tem se intensificado com o JF Vôlei, que há anos disputa a Superliga, principal campeonato de voleibol em âmbito nacional.

A torcida juiz-forana sempre comparece em bom público e em muitas oportunidades tem lotado o ginásio da UFJF.

Mas não é apenas o vôlei profissional que faz sucesso em Juiz de Fora. O esporte tem ganhado notoriedade e participação de forma amadora. Pela cidade é possível jogar voleibol em vários pontos da cidade e várias equipes vem sendo montadas a partir do voleibol amador.

Um dos principais exemplos de que o vôlei amador é levado a sério em Juiz de Fora é a equipe Univolei.

Projeto Univolei

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Um dos criadores da equipe, Vinícius Ribeiro falou do início do projeto:

“A equipe foi formada no início do ano de 2015, por ex-atletas da UFJF e Clube Bom Pastor  e também novos talentos, situado na cidade de Juiz de Fora e também através de seleção para cada competição de acordo com as necessidades”

Logo no primeiro ano de criação (2015), os resultados começaram a vir. A equipe rodou várias cidades da Zona da Mata mineira e conquistou 8 títulos (Copa Verão, Copa Tabajara, Taça Juiz de Fora, Quadrangular Federação Mineira, Copa Amagrama, Jogos Universitários de Cataguases, Copa Aiuruoca e Copa Sesi).

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Em 2016 a equipe fortaleceu o seu projeto, e contando com alguns patrocinadores, conquistou mais 8 títulos (foi bi-campeão da Copa Verão, Taça Juiz de Fora, Quadrangular Federação Mineira e Copa Sesi, e venceu o Jopan etapa Olaria, Copa Super Four, Copa Cascatinha e Copa 3 Rios), além de ter sido vice-campeã da SuperCopa de Matias Barbosa.

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Além da equipe masculina, o Univolei incorporou a equipe feminina e em sua primeira temporada ganhou 4 títulos (Taça Juiz de Fora, Copa Barbacena, SuperCopa de Matias Barbosa e Copa Super Four.

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Em 2017, Vinícius Ribeiro projetou um ano de resultados positivos e de um crescimento ainda maior do Univolei. A equipe já disputou três campeonatos, sendo campeão da Copa Pequeri, vice-campeão da Liga São Vicente e 3 º colocado na 3 ª Taça Juiz de Fora.

Para além de um time amador

O Univolei tem se destacado não apenas dentro de quadra, mas também fora dela. A equipe realiza um projeto social no Instituto Aviva, que leva um pouco de alegria e voleibol para a criançada.

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Laerte Stroppa é um dos vários atletas da equipe e na temporada 2015/2016 chegou a ser inscrito na Superliga pelo JF Vôlei. O estudante de direito e jogador nos tempos vagos falou da importância do vôlei amador, mais especificamente do Univolei, que permitiu a ele essa oportunidade.

“Desde novo eu treinava vôlei e pensei até em me profissionalizar, mas só em 2015 que voltei a disputar campeonatos e aí surgiu a oportunidade de jogar a Superliga, que é o principal objetivo de quem quer ser jogador, e o Univolei me ajudou a chegar lá.”

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Por que as equipes da Premier League não conseguem sucesso nas últimas edições da Champions League?

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Uma das ligas mais badaladas do mundo, a Premier League (Campeonato Inglês), conta com craques a nível mundial como Zlatan Ibrahimovic, Paul Pogba, Aléxis Sanchéz, Mesut Ozil, Eden Hazard, Diego Costa, Kevin De Bruyne, entre outros. Além disso a liga tem diversas promessas como Dele Alli, Harry Kane, Héctor Bellerín, Leroy Sané, John Stones, James Ward-Prowse e muitos outros.

Entretanto, mesmo a Premier League sendo a terceira colocada no coeficiente de países da UEFA, desde a temporada 2011/2012, quando o Chelsea foi campeão, nenhuma equipe inglesa chegou às finais da Champions League, que é o principal campeonato europeu.

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Desde a temporada 2008/2009 a Inglaterra não tem mais de um representante nas semi-finais do campeonato. Na atual temporada apenas o Leicester City, que participa da competição pela primeira vez, tem chances de disputar o título da Champions.

Olhando para o ranking de coeficiente da UEFA, o Chelsea é o primeiro clube inglês na lista, e ocupa a 10 ª colocação, seguido por Arsenal, 11 ª, e Manchester City, 12 ª posição.

Mas o que acontece com os clubes da Premier League? 

Uma das possíveis causas para isso pode estar relacionada ao insucesso da seleção inglesa nos últimos anos, que mesmo com muitos talentos, não consegue transformar as várias promessas em realidade na seleção e consequentemente em seus clubes.

Outra possível causa é o predomínio do futebol espanhol, principalmente da trinca Atlético de Madrid, Barcelona e Real Madrid, que parece ter atingido um patamar superior as equipes da Premier League. O futebol alemão é outro que cresceu bastante nos últimos anos, principalmente com a dupla Bayern Munique e Borussia Dortmund, e com isso, os clubes ingleses acabaram ficando pra trás.

Um dos principais fatores que faz com que os clubes ingleses ficarem pra trás, principalmente da Espanha e Alemanha é a falta de planejamento e destino dos recursos financeiros que cada equipe possui.

Uma das equipes mais ricas do mundo atualmente, o Manchester City coleciona uma série de reforços milionários que não renderam nem um pouco do que era esperado.

O Chelsea, após o título da Champions League na temporada 2011/2012, não conseguiu repetir o desempenho, tendo ficado de fora de algumas edições, como na temporada passada, que os Blues não conseguiram nem uma vaga para a Liga Europa.

Outra tradicional equipe inglesa, o Manchester United, temporada após temporada gasta milhões em seu ataque e meio-campo mas não consegue acertar nem mesmo um reforço indiscutível para o setor de defesa.

Luz no fim do túnel

O campeonato inglês na temporada 2016/2017 pode significar uma virada no desempenho das equipes inglesas na Champions League. E isso porque o nível técnico das equipes vem crescendo.

O Chelsea de Antônio Conte parece ter encontrado seu melhor futebol. O Liverpool de Klopp mostra a cara do treinador e vem crescendo de produção, apesar da dificuldade contra equipes pequenas. O Tottenham de Maurício Pochettino continua apresentando um futebol consistente, e tem tudo para chegar a próxima edição da Champions League e apresentar um melhor futebol do que o apresentado na atual edição, que a equipe não conseguiu nem mesmo uma vaga para as oitavas de final.

Além disso dois técnicos conseguiram recuperar o bom futebol das equipes de Manchester. Trata-se de Josep Guardiola que apesar da eliminação para o Mônaco na Champions vem encaixando sua equipe e José Mourinho, que resgatou o bom futebol do Manchester United e ostenta uma longa invencibilidade na Premier League, apesar de em muitos jogos a equipe ainda oscilar muito.

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Além disso, Arsenal e Everton correm por fora. O Arsenal vem em uma decrescente, com muita pressão para que Arsene Wenger deixe a equipe, e o Everton em uma crescente, comandado pelo artilheiro Romenu Lukaku, que já marcou 24 gols na Premier League.

Por Gustavo Pereira

Fatores extra campo que dão ingredientes a mais para Flamengo x Atlético-PR pela Libertadores.

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Na noite desta quarta-feira acontece o primeiro de dois jogos seguidos entre Flamengo e Atlético Paranaense pela Copa Libertadores da América. O jogo por si só já é um confronto bem interessante, já que em 57 confrontos, o Atlético-PR venceu 22, o Flamengo venceu 23 e aconteceram 12 empates.
Mas para além dos jogos entre as duas equipes, o fator extra campo tem colocado lenha na fogueira e credenciado essa partida como um clássico nacional regado a muita rivalidade.
Os clubes mantiveram por um longo tempo uma relação amigável, com muitas negociações de jogadores envolvendo os dois times. Entretanto, um nome em específico tem dificultado essa relação e causando irritação por um dos lados. Trata-se de Mário Celso Petraglia, ex-presidente do Atlético-PR e que agora ocupa o cargo de Presidente do Conselho Deliberativo do clube.

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(Mario Celso Petraglia, ex-presidente do Atlético Paranaense)

Fatores que derrubaram a relação amistosa entre Flamengo e Atlético-PR.

-Caso Éderson:

Com contrato até 31 de dezembro de 2017 com o Flamengo, o Atlético-PR, que revelou o jogador, demonstrou interesse em contar com o futebol de Éderson, mas voltou atrás e acabou com qualquer possibilidade do jogador ser envolvido em alguma troca entre as duas equipes.

-Caso Léo: 

O lateral-direito foi emprestado do Flamengo para o Atlético-PR na temporada 2016. Encerrado o contrato, as duas equipes começaram a resolver a situação do jogador, que poderia ter sido envolvido em alguma troca entre os times. Mas o Furacão fez uma outra proposta que divide o percentual do atleta entre as duas equipes e só confirmou ela após o rival Coritiba demonstrar interesse e forçar o Atlético Paranaense a cobrir a proposta para ficar com Léo, o que irritou a direção do Rubro-Negro carioca.

Caso Marcos Guilherme:

Após a renovação do contrato de empréstimo de Léo com o Atlético-PR, o Flamengo demonstrou interesse em contar com o futebol de Marcos Guilherme, que em 2016 foi afastado do elenco e estava fora dos planos do técnico Paulo Autuori. Entretanto a figura de Celso Mário Petraglia entrou em cena e freou o interesse do rubro-negro carioca.

Petraglia estabeleceu com prazo limite para definição da negociação entre as partes o dia 30 de janeiro, data que fecharia a janela de transferências europeias. Marcos Guilherme afirmou que tinha recebido e aceitado a proposta, porém Petraglia surpreendeu e anunciou a saída do atleta por empréstimo de 1 ano e meio para o Dínamo Zagreb, da Croácia, com possibilidade de compra com valor fixado de 12 milhões de reais.

A atitude estremeceu ainda mais a relação entre as duas equipes, e irritou ainda mais a direção e os torcedores do Flamengo. Petraglia mais uma vez mostrou que agiu de má fé, já que segundo boatos, tinha uma relação distante com Marcos Guilherme.

Novela Marcelo Cirino:

Principal fator do desafeto entre Flamengo e Atlético Paranaense é sem dúvidas o caso que envolveu Marcelo Cirino. Após o jogador ter ido mal na temporada, o Flamengo liberou o atleta para buscar outro clube em que pudesse atuar com mais frequência. E prontamente o Internacional demonstrou interesse para contar com Cirino no Gauchão, Copa do Brasil e Série B. Somado a isso, Marcelo Cirino falou abertamente que desejaria jogar pelo Colorado gaúcho.

Com as duas partes encaminhadas, o desfecho positivo esbarrou novamente no Atlético Paranaense, mais especificamente em Petraglia. O presidente do Conselho Deliberativo do clube negou a liberação do atleta e criou um mal estar entre as outras duas partes envolvidas.

Para o Internacional, porque não pôde mais contar com Cirino, que era considerado peça chave no elenco do colorado. Para o Flamengo o prejuízo foi bem maior, já que além de ter que reintegrar um jogador que estava fora dos planos do time, continua com a sua dívida com o grupo Doyen, que tem 50 % dos direitos econômicos de Cirino, pois está fixado no contrato entre Flamengo e Doyen que caso Marcelo Cirino não seja vendido até o fim de 2017, o Flamengo terá de pagar 16 milhões ao grupo de investidores. Agora resta um ano para o Flamengo vender Cirino, que visivelmente não tem clima no rubro-negro carioca e não faz parte do atual elenco comandado por Zé Ricardo.

Por Gustavo Pereira

Tribo Carijó completa 11 anos em 2017

O futebol é um dos esportes mais famosos do mundo. E por isso cria-se uma identificação enorme com o esporte. No Brasil especificamente, ser jogador de futebol é o sonho de milhares de brasileiros, e para além disso, a paixão pelo time do coração se torna algo incontrolável, inexplicável e fascinante. Só quem torce pode sentir.

E quando essa paixão pelo clube toma maiores proporções e começa a extravasar, uma das maneiras de se unir a outros apaixonados pela mesma equipe é a Torcida Organizada.

De fato a temática das torcidas organizadas gera muita polêmica, principalmente devido a uma série de casos de integrantes brigões, ligados a facções e até reacionários. Entretanto, a essência da torcida organizada é a união de paixões, que está diretamente relacionada ao amor ao clube, e não ao ódio para com o clube adversário, mesmo com rivalidade e até provocações de ambos os lados.

Por conta disso, vamos contar um pouco mais sobre a Torcida Organizada Tribo Carijó (TOTC), que é a torcida organizada vinculada ao Tupi Futebol Clube, de Juiz de Fora, Minas Gerais.

Tupi X Rio de Janeiro

O Tupi foi fundado em 1912, e tem como principais méritos na sua história o título da Série D do Brasileirão de 2011 e o vice-campeonato Mineiro de 1933. Além disso, o clube em 2016 disputou a Série B do Campeonato Brasileiro e acabou rebaixado.

O Galo Carijó nunca chegou a alcançar lugar de destaque em âmbito nacional, e somado a isso, a cidade de Juiz de Fora fica a menos de 200 km do Rio de Janeiro. Por conta disso, grande parte dos juiz-foranos se acostumaram a torcer para equipes cariocas, deixando o Tupi como segundo time.

Torcida Organizada Tribo Carijó

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(foto: Página da Tribo Carijó no Facebook)

Na contra-mão disso,  um grupo de torcedores apaixonados pelo Tupi que, já frequentavam o Helenão, resolveram criar a Torcida Organizada Tribo Carijó, em outubro de 2006, para demonstrar o amor pela equipe da cidade.

O estudante de Educação Física Rafael Bernardo, que participa da Tribo desde 2008 e é conselheiro desde 2010, atualmente auxilia o Tupi em questões internas do clube de forma voluntária, por amor ao Tupi. Rafael ressaltou que apesar de muitos terem se mudado de Juiz de Fora ou continuarem indo aos estádios, mas como torcedores das chamadas gerais, a Tribo Carijó segue firme em seu propósito de ser o 12 º jogador do Tupi onde ele estiver.

Histórias não faltam para os integrantes da Tribo, como foi o caso de Antônio Paulo Neto, que viajou mais de um dia até o Sul do Brasil para acompanhar o Tupi. Ou mesmo as diversas caravanas para Belo Horizonte, Teófilo Otoni entre outras.

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(foto: Página da Tribo Carijó no Facebook)

Rafael Bernardo justificou o porque da criação da TOTC, como é conhecida a Tribo Carijó:

“O motivo da criação foi a amizade e proximidade dos fundadores, além do amor pelo Tupi e a vontade de acompanhar o time, que são os principais motivos da torcida se manter de pé e cada vez mais forte até os dias de hoje”

A paixão pelo clube consiste em apoiar em todos os momentos, como ressalta Rafael:

“Hoje em dia temos cerca de 40 sócios contribuintes, com mais ou menos o mesmo número presente em todos os jogos do Galo, além de sempre estar presentes nos jogos fora de casa”

E além de ir ao estádio, a Tribo Carijó também busca promover o Tupi e a marca Tupi, para que a equipe possa crescer financeiramente.

“Além de apoiar o Tupi das arquibancadas, também espalhamos a marca do Clube através da venda dos nossos materiais (adesivos, camisas, canecas e etc.) que é hoje, além do sócio, a fonte de renda que nos permite acompanhar o Clube.”

Sobre as torcidas organizadas em geral e afim de refutar qualquer associação entre a Tribo Carijó e violência, Rafael Bernardo é enfático:

“Infelizmente a falta de união é a marca registrada das Torcidas Organizadas do Brasil nos dias de hoje. Temos uma filosofia de paz e grande amizade com muitas torcidas tradicionais principalmente na região sudeste. O que falta pra maioria das T.O.’s no Brasil é entender que a união será benéfica para todos e que, não só no futebol, nossos inimigos são outros. Deve sim haver rivalidade, mas sem violência.”

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(foto: Página da Tribo Carijó no Facebook)

Por Gustavo Pereira

Tupynambás e o sonho possível do módulo I do Campeonato Mineiro

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Após a remontagem do time no ano de 2016 e uma inesperada classificação ao módulo II do Campeonato Mineiro, logo na primeira participação, o Baeta continua sonhando.

Após não começar bem o módulo II, com duas derrotas e um empate em três jogos, a equipe de Juiz de Fora, foi aos poucos se recuperando e ganhando ritmo de jogo. Venceu quatro compromissos de forma seguida e se classificou para o hexagonal final com duas rodadas de antecedência, já que na 9 ª rodada o adversário era o Formiga, que desistiu de disputar a competição e perdeu todas as suas partidas por W.O. Na última rodada, já classificado, o Tupynambás foi a Coronel Fabriciano e sofreu uma derrota por 3 a 0.

Hexagonal Final

O Tupynambás se classificou em 2 º lugar no grupo A, com 19 pontos e 63,3 % de aproveitamento, com 4 vitórias, 1 empate e 3 derrotas, além de 2 vitórias por W.O contra o Formiga.

Já no Hexagonal Final o Baeta aguarda o adversário, mas chega forte e tem boas chances de uma classificação inédita para o módulo I do Campeonato Mineiro, principalmente pois dos 12 pontos disputados contra equipes de seu grupo que se classificaram, o Tupynambás conquistou 9 deles. Venceu o Nacional de Muriaé duas vezes, por 2 a 1 e 1 a 0, e ganhou em casa do Betinense por 3 a 1, no jogo que selou a classificação da equipe para o Hexagonal.

Um fator que favorece o Tupynambás é o seu forte ataque, já que na primeira fase da competição o Leão marcou 16 gols, e junto com o Patrocinense, teve o melhor ataque do módulo II. Os artilheiros da equipe são Igor Ferreira (Igor Balotelli) e Igor Soares, ambos com 3 gols, enquanto o artilheiro da primeira fase é o atacante Quilder, do Patrocinense, com 5 gols.

Outro ponto positivo do Baeta é seu desempenho dentro e fora de casa, já que tem uma campanha equilibrada, com vitórias tanto dentro quanto fora de casa. Mas nesse aspecto, é necessário cuidado, por parte da equipe treinada por Ludyo Soares, já que o fator casa pode ser determinante para a classificação para a 1 ª divisão do Campeonato Mineiro.

Apesar do adversário ser ainda desconhecido, a página oficial do clube cita que a provável data para a partida é o dia 8 de abril, as 16 horas.