De volta a São José dos Campos, Didi consegue se estabelecer como treinador em São Paulo

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(Após duas temporadas no Mogi das Cruzes, Didi volta ao São José dos Campos)

Assim que saiu de Juiz de Fora, em 2014, Marcus Vinícius, mais conhecido como Didi rumou para o São José dos Campos, local onde iniciava sua trajetória como treinador de base em São Paulo, sua primeira experiência longe de casa.

De 2014 até agora muita coisa mudou na vida do treinador. Se transferiu do São José dos Campos para o Mogi das Cruzes, conquistou títulos e medalhas importantes, e o mais importante, se estabeleceu no mercado de base mais competitivo do Brasil, o voleibol de São Paulo.

Em 2016, à frente do Mogi das Cruzes, Didi foi campeão dos jogos regionais, com direito a uma vitória na final sobre o São José dos Campos por 3 sets a 1, vice-campeão dos jogos abertos e 4º colocado no campeonato paulista sub-21. No total foram 6 campeonatos disputados durante sua passagem por Mogi, com 5 medalhas conquistadas.

Velho novo desafio

Após duas temporadas além das expectativas, Marcus Vinícius recebeu uma proposta para retornar à equipe do São José dos Campos, que está reestruturando sua equipe profissional, mas continuou investindo em sua base, mesmo a despeito do fim da equipe profissional em 2015/2016.

Didi acumulará os cargos de assistente técnico da equipe profissional e técnico do juvenil e se mostrou muito confiante para essa nova temporada que vai começar em 2018.

“Eu saí de São José com o dever por cumprir, faltando algo…E agora eu tenho essa nova chance de fazer diferente, deixar meu nome na história do clube. Eu tô afim de trabalhar muito, tô muito animado, até porque eu vou ter um contato direto com a equipe adulta, mas também com a base, então é um retorno muito positivo.”

Sobre a sua projeção acerca da temporada 2018, motivação define:

“Nós vamos jogar os jogos regionais e abertos, os jogos da juventude divisão especial e a Taça Prata, buscando o acesso à Superliga B. O objetivo é chegar às finais e disputar medalhas em todas as competições que disputarmos.”

Sobre o tempo que está em São Paulo, Didi disse que conseguiu ir muito além do voleibol de base, e ao longo dos anos foi adquirindo muita bagagem:

“Em São Paulo há um rotina muito forte de competições, com muitos jogos, viagens, o que me possibilitou uma experiência muito boa. Eu conheci muita gente tanto em São José, quanto em Mogi, fiz muitas amizades. Além disso, trabalho no clube de campo em que tenho a oportunidade de dirigir uma equipe feminina, e também em uma equipe de medicina da UMC (Universidade de Mogi das Cruzes), o que acrescenta em muito no conhecimento e troca de experiência.”

Entretanto, Marcus Vinícius ainda sente saudades de Juiz de Fora:

“Sinto muita falta de Juiz de Fora, pois é uma cidade acolhedora, que eu gosto demais, enfim, da minha família, dos meus amigos. E são eles que me dão forças para continuar aqui, principalmente da minha mãe, que depende de mim.”

E não descarta um retorno à sua cidade de origem:

“Bem, eu procuro viver o momento. As coisas tem andado bem aqui em São Paulo, mas nunca fecharia as portas para voltar a trabalhar em Juiz de Fora, seja com o vôlei, ou com outra coisa, ainda quero voltar. Mas no momento, e enquanto eu tiver gás, pretendo continuar por aqui e dar retorno por onde eu passar.”

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(Reprodução Didi: Visita de Didi ao seu ex-atleta, Wagner, que está no Santa Croce-ITA)

Didi lembra ainda que celebra muito poder ver alguns de seus ex-atletas vingando no vôlei nacional e até internacional, como por exemplo Wagner, atleta que está atualmente no Santa Croce, da primeira divisão italiana, e que desde pequeno foi treinado por ele:

“É muito gratificante que atletas que passaram por minhas mãos estarem hoje no voleibol profissional. Eu procuro manter o contato com eles e é muito bom saber que fui importante para o sucesso de cada um deles. Creio que isso nos motiva também a continuar nesse caminho, de buscar formar novos atletas, mesmo com algumas desavenças e atritos.”

Por Gustavo Pereira

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Univolei feminino pede passagem

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Que o vôlei é uma potência em Juiz de Fora todos nós sabemos. Basta lembrar de diversas personalidades que saíram da cidade para o Brasil e o mundo.

Entretanto essa paixão vai além do profissionalismo, atingindo também a classe amadora, que faz do voleibol um lugar de lazer, interação, produção de conhecimento e ainda proporciona experiências únicas para seus praticantes.

Nesse caminho, a equipe feminina do Univolei vem ganhando cada vez mais destaque em Juiz de Fora e na Zona da Mata mineira, já que em apenas 1 ano, conquistou praticamente todos os troféus que disputou, e criou um DNA vencedor, que segue os padrões da equipe masculina, que desde 2015 vem ganhando títulos importantes no voleibol amador.

Desde a criação do Univolei feminino foram 6 campeonatos disputados com 5 títulos e 1 vice- campeonato, dentre eles a Liga Zona da Mata e a Copa Tabajara.

Vinícius Ribeiro que é um dos criadores do Univolei masculino e também do feminino destacou que essa foi uma ideia de duas ex- jogadoras de vôlei na base de Juiz de Fora, Ingrid Tagliati e Fernanda Campos e que ajudou a amadurecer a ideia.

“O projeto começou com a Ingrid e a Fernanda montando a equipe com meninas que já tinham jogado vôlei de base ou até mesmo profissional, e depois o projeto cresceu, com a participação de jogadoras dos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e até São Paulo”.

Vinícius ressalta entretanto a força que o projeto ganhou:

“Com essas meninas que vieram de fora, mais a adesão de ex-atletas de Juiz de Fora, ocorreu um intercâmbio para fortalecer a equipe. Com isso, a equipe cresceu rapidamente”.

Fernanda Campos, capitã do Univolei, lembra que a criação do projeto da equipe feminina partiu de conversas com Vinícius Ribeiro, até que foi possível ser viabilizado.

“Falei com o Vinícius sobre criar um time feminino e no início ele se mostrou relutante, devido as dificuldades. Mas propus ajudá-lo, e com isso começamos a jogar alguns campeonatos menores, a chamar meninas de Juiz de Fora e também de fora para jogar, e assim nasceu a equipe feminina”.

Ingrid Tagliati é outra atleta do Univolei que está desde o início do projeto:

“Estou na Equipe feminina do Univolei desde o começo do projeto. É excelente a oportunidade de continuar jogando um esporte que sempre fez parte da minha vida! Esse projeto nos dá a oportunidade de construir novas amizades, conhecer lugares diferentes e, competir em alto nível do vôlei amador”.

Ingrid destacou ainda a importância de se investir no voleibol feminino em uma cidade como Juiz de Fora:

“O projeto está crescendo cada vez mais, isso é ótimo para o esporte em Juiz de Fora e região! O vôlei feminino em Juiz de Fora precisa ser mais valorizado e, o Univolei trás visibilidade e oportunidade para atletas amadoras continuarem a jogar. É gratificante ver um projeto desses crescer em uma cidade com poucas oportunidades”.

Copa Zona da Mata

Campeonato que tem parceria com a Federação Mineira de Juiz, a Liga Zona da Mata foi vencida pelo Univolei em uma campanha praticamente perfeita, já que venceu mais de uma vez todas as equipes adversárias.

Ingrid Tagliati destacou a dificuldade da competição e a alegria por ter vencido mais esse campeonato.

“A Copa Zona da Mata foi um campeonato de muita qualidade. Tivemos muitos jogos decididos em detalhes! As equipes contavam com ótimas jogadoras! É muito bom ter um campeonato assim em Juiz de Fora, pois são poucas as competições de vôlei feminino organizados na cidade”.

Já Fernanda Campos, enxergou o título como uma possibilidade de dar visibilidade ao projeto:

“Ganhar a Zona da Mata foi muito importante pra gente, para mostrar que somos capazes, e principalmente mostrar essa capacidade para com as meninas de Juiz de Fora mesmo, que ganharam confiança. Além é claro de ajudar na divulgação do nosso nome”.

Univolei feminino como referência no voleibol amador

O que começou como um projeto de reunir amigas e ex-jogadoras de vôlei está tomando proporções cada vez maiores, já que o Univolei feminino tem conseguido resultados expressivos, e com isso tem ganhado notoriedade no cenário regional.

Ingrid destacou ainda o espaço que a equipe amadora abre para o voleibol feminino:

“O vôlei feminino em Juiz de Fora precisa ser mais valorizado e, o Univolei trás visibilidade e oportunidade para atletas amadoras continuarem a jogar. É gratificante ver um projeto desses crescer em uma cidade com poucas oportunidades”.

Já Fernanda destaca a reunião de ex-atletas do cenário juiz-forano para formação de uma família.

“O melhor é poder reunir diversas meninas que já jogaram juntas e que apesar da idade, permitem o convívio dentro de quadra e também fortalece a relação fora de quadra. E juntando isso tudo, os títulos estão vindo, o que é o melhor!”

Fernanda ainda projeta voos mais altos para o Univolei feminino, como uma possível participação em campeonatos maiores como o JIMI e até mesmo a Superliga B feminina.

Vinícius Ribeiro vai no mesmo caminho, vislumbrando a participação do Univolei feminino em novas competições: “Só nesse 1 ano de projeto nós ganhamos 5 títulos e conseguimos montar uma equipe forte, que nos permite sonhar com voos mais altos, com a disputa de campeonatos maiores, principalmente devido a boa recepção que o voleibol feminino tem na cidade”.

Por Gustavo Pereira

Superliga vem aí, JF Vôlei!

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(No meio o oposto Emerson Rodriguez, e na direita o treinador Henrique Furtado)

Após 5 derrotas, no último jogo da etapa classificatória o JF Vôlei enfim conseguiu vencer sua primeira partida na temporada, por 3 sets a 2, e dia 4/10 enfrenta o Sada/Cruzeiro pela semifinal do campeonato mineiro de 2017.

Entretanto, o grande foco da equipe é a Superliga 2017/2018, e o JF Vôlei parece ter usado o campeonato mineiro como laboratório para conseguir encaixar sua equipe ideal, cheia de jovens atletas.

Antes única posição carente, o venezuelano Emerson Rodriguez chegou e dominou a saída de rede. O levantador Felipe Hernandez também parece estar conquistando seu entrosamento ideal com os jovens cedidos pela base do Sada/Cruzeiro.

Uma grata surpresa desse início de temporada vem sendo o ponteiro Leozinho, que vem rendendo muito bem e parece estar totalmente adaptado à equipe, suprindo bem a falta de Ricardo Júnior. Do outro lado, os centrais Rômulo e Diego parecem estar fazendo falta, já que Franco Drago não tem conseguido ir tão bem como seu companheiro de equipe foi na temporada passada.

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(Única vitória do JF Vôlei na temporada, contra o Minas, por 3 a 2, no ginásio da UFJF)

Superliga vem aí, e aí?

Para a Superliga, o JF Vôlei precisa de reforços. Apesar dos garotos parecerem dar conta do recado, um campeonato a nível nacional é sempre mais complicado. Usando a excelente temporada do ano passado, em que a equipe chegou aos play-offs, o elenco contava com nomes rodados como Renan Buiatti, Fábio Paes, Diego Almeida, Ricardo Júnior e Rodrigo Ribeiro.

Na atual temporada o jogador mais experiente é o venezuelano Emerson Rodriguez, com apenas 25 anos. O outro contratado é o levantador Felipe Hernandez, que tem 23 anos. Além deles, os outros atletas vieram da base do Sada/Cruzeiro e tem até 21 anos.

Nessa temporada a equipe já enfrentou três fortes equipes, e perdeu 5 das 6 partidas, o que dá uma mostra de que se o JF Vôlei quiser brigar por play-offs, precisa de um maior volume de jogo e de crescer como equipe.

A seu favor o treinador Henrique Furtado tem o fato de que tem uma equipe entrosada em suas mãos, já que grande parte do plantel joga junto há anos. Em contra partida, um elenco jovem pode não conseguir ter experiência suficiente para enfrentar de igual para igual grandes equipes, e esse fator psicológico pode acabar atrapalhando a campanha do JF Vôlei na Superliga.

A partir de uma primeira impressão, o JF Vôlei terá ainda mais dificuldade para conseguir uma boa colocação na atual temporada, principalmente devido à subida de equipes fortes, como Sesc-RJ e Corinthians.

Por Gustavo Pereira

É preciso recomeçar Tupi!

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Após uma eliminação amarga, com um sentimento de que era possível ter chegado a Série B, sem contar com os erros de arbitragem que interferiram diretamente no resultado do jogo da volta, o ano do Tupi terminou.

O clube juiz-forano foi valente, tentou do começo ao fim reverter a desvantagem que trouxe de Fortaleza, mas acabou sucumbindo. Devido a derrota por 2 a 0 fora de casa, nem mesmo a vitória por 1 a 0 foi suficiente para salvar o ano do Tupi.

Após um campeonato mineiro muito abaixo das expectativas e um início de Série C ruim, o Galo Carijó foi aos poucos se acertando, no meio da temporada foi ganhando fôlego, e devido a um brilhante trabalho de Ailton Ferraz, por muitos torcedores chamado do Mago, conseguiu transformar um elenco limitado e abatido em uma equipe forte e sonhadora.

Méritos totais ao treinador, mas também aos jogadores que aceitaram sua filosofia e abraçaram o que o “Mago” passava. Com isso a equipe que iniciou a Série C sem muitas expectativas, terminou em 2 º lugar em seu grupo, atrás apenas do São Bento e empolgou seus torcedores.

Entretanto o adversário era ninguém menos que o tradicional Fortaleza, que apesar de viver um ano conturbado, na fila pra subir durante 7 temporadas, tinha na força do seu torcedor uma arma.

No jogo da ida foi isso que aconteceu, a torcida embalou a equipe, também muito limitada tecnicamente, e o Leão conseguiu 2 gols muito importantes. Na volta, o Tupi também não pode reclamar, teve o torcedor ao seu lado a todo momento, o público presente surpreendeu e apoiou o Galo Carijó do início ao fim.

Em campo se via uma outra equipe em relação ao primeiro jogo. O Tupi amassou o Fortaleza desde os minutos iniciais, chegou a marcar com Ítalo, em impedimento, teve uma chance clara de gol com Romarinho, entre outras oportunidades, todas no 1 º tempo.

No 2 º tempo, raça e vontade não faltaram para os atletas juiz-foranos. Entretanto a bola insistia em não entrar. Sem contar um pênalti não marcado e um gol mal anulado, o Tupi chegou ao gol aos 35 minutos, porém o 1 a 0 não foi suficiente e acabou com o sonho do torcedor de retornar para a Série B.

O que fazer agora?

Com a eliminação na Série C, e a não conquista do acesso para a Série B, o clube juiz-forano dá como encerradas suas atividades em competições no ano de 2017. Por isso é hora de já pensar em 2018!

A primeira ação a ser feita pela diretoria é uma avaliação do elenco, já que muitas peças mostraram seu valor e provaram que tem condições de atuar em mais uma temporada pelo Tupi. Além disso, a manutenção de um grupo base é essencial para se repetir um bom trabalho e o trabalho de renovação de contratos deve ser feito o quanto antes.

Nessa perspectiva, manter o técnico Ailton Ferraz seria fundamental para o planejamento do clube em 2018, já que o treinador mostrou ter o grupo na mão. Mas por conta do excelente trabalho realizado, deve ter sondagens para clubes de Série B e dificilmente permanece.

Entretanto também é necessário pensar naquelas peças que não encaixaram e representaram mais custos do que benefícios para o Tupi, e com isso, uma barca não pode ser descartada, com nomes que não estão na mesma sintonia com o restante do grupo.

Para 2018, planejamento é uma palavra-chave. Primeiro, para não se repetir os muitos erros de 2017 e segundo, para se criar um projeto mais atraente e que tenha mais possibilidades de gerar resultados na prática.

Mas para além disso, cativar o torcedor é uma das principais estratégias a serem pensadas, porque com o seu apoio, o Tupi Football Clube se torna mais forte.

Por Gustavo Pereira

ANTES DESACREDITADO, SURGE UMA LUZ NO FIM DO TÚNEL

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(Partida disputada em 2017 no Estádio Soares de Azevedo)

O ano de 2017 para o Tupi Foot Ball Club, não começou da melhor forma possível. Após o rebaixamento na série B de 2016, o Galo Carijó teve que se preparar para um recomeço, que todos já sabiam que não seria algo fácil. A equipe contava com orçamento equivalente a 500 mil reais mensais na disputa da Série B, com o rebaixamento, teve esse valor reduzido para aproximadamente 100 mil reais. A diretoria Carijó, tinha uma missão praticamente impossível em suas mãos.

CAMPEONATO MINEIRO

Como já era previsto, o ano seria de muitas dificuldades e no campeonato mineiro a luta foi para permanecer na elite. O Tupi contava com o atacante Flávio Caça-Rato como a sua principal peça e Éder Bastos deu lugar ao então atual técnico, Ailton Ferraz, na campanha que rendeu apenas a oitava posição na competição. Colocação que nem sequer, garantiu uma vaga na Copa do Brasil de 2018.

SÉRIE C

A chave foi virada e o Carijó iniciava mais uma competição, novamente entrava apenas para se manter na divisão, até os próprios torcedores sabiam que a chance da queda era grande. O time foi reformulado, e entre as contratações estava Romarinho o filho do baixinho Romário.

Uma equipe claramente limitada, que teve um péssimo início de competição, sendo derrotado na estreia em casa, jogo que era válido pela segunda rodada do Brasileiro. Entretanto o Tupi seguiu em frente, engatou uma sequência de bons resultados, ficou por várias rodadas sem saber o que era perder, e com isso a luz no fim do túnel vinha se tornando realidade, e a temporada não estava mais perdida.

O Galo Carijó conseguiu a classificação antes mesmo de entrar em campo contra o Volta Redonda pela penúltima rodada da primeira fase, devido as combinações de resultados. No fim da primeira fase da Série C, o Tupi terminou em segundo lugar no Grupo B, com 28 pontos, após encerrar a fase sendo derrotado pelo Bragantino por 3 a 2.

Confirmados os 4 classificados de cada grupo e suas posições, o adversário do Tupi será a tradicional equipe do Fortaleza, que já está disputando a série C pelo oitavo ano seguido e vem forte para disputar a vaga com o Galo Carijó. A equipe de Juiz de Fora terá a vantagem de disputar a segunda partida em casa. Os jogos serão realizados nos dias 16 (às 16 horas) e 23 de setembro (às 20:30 horas) e o apoio da torcida é muito importante para ajudar a equipe juiz-forana.

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(Com torcedores fanáticos como modelos, Tupi lançou sua camisa para a temporada 2017)

Após essas datas, saberemos se o time do Bairro Santa Terezinha conseguirá ou não alçar voos mais altos para aí sim chegar na possível luz no fim do túnel!

Por Antônio Paulo Neto