A persistência quebra paradigmas: o relato de uma repórter de campo no Rio Grande do Sul

Atuação na Divisão de Acesso 2017.jpg ( Foto: Cobertura do jogo de acesso do São Luiz à primeira divisão do Gauchão em 2017)

A presença da mulher em coberturas esportivas começa a acontecer aos poucos. No jornalismo, cabe salientar, a execução das funções sempre foi predominantemente masculina, sejam nos jornais, rádios, tribunas ou televisão, no entanto, as mulheres hoje assumem alguns dos espaços que há muito tempo pareciam impossíveis e não só no jornalismo esportivo.

Mas o que representa para as mulheres a presença delas nas coberturas de esportes? É fundamental compreendermos um pouco do que é a cultura do Brasil, principalmente a da criação dos filhos e filhas. Naturalmente os meninos desde pequenos são orientados a saírem de dentro das casas, ou seja, ir brincar de carrinho, jogar bola, sair com o pai.

No entanto, as meninas sempre foram educadas para permanecerem dentro de casa ao ganhar brinquedos como bonecas (para saber ser mãe e ter o cuidado com os futuros filhos) e panelas (para fazer comida). O ponto que chego é que a criação reflete na personalidade e comportamento das crianças que um dia irão crescer e se tornar adultas.

Atualmente as mulheres ocupam cargos fundamentais na sociedade, sendo juízas, advogadas, jornalistas, contadoras, médicas, veterinárias, motoristas, engenheiras, arquitetas, administradoras, economistas, etc. Enfim, atuando para fora de casa e não somente com as tarefas do lar. Aos poucos as mulheres conseguem seus empregos que antes eram ocupados apenas por homens.

A inserção da mulher na sociedade é gradual, sendo um rompimento de paradigmas, contrariando algumas obrigações que antigamente eram impostas exclusivamente para elas (nós). A mulher hoje tem mais liberdade para buscar seu espaço e o respeito, em qualquer situação, principalmente no trabalho.

Em qualquer profissão a busca pelo respeito e reconhecimento é fundamental para o prosseguimento e sucesso da carreira, e no jornalismo  não é diferente, principalmente para as mulheres. Em específico o jornalismo esportivo e coberturas de futebol, no entanto, as mulheres enfrentam alguns desafios como a provação. A mulher tem que provar que sabe do assunto, provar que entende do que está fazendo e isso já pode ser considerado um preconceito. O fato de alguém duvidar da capacidade do outro justamente em virtude do gênero, é sim, preconceito.

Inúmeras repórteres de televisão, rádio ou jornal já passaram por situações constrangedoras pelo fato de ser mulher. E sim, é unânime entre as mulheres, pelo menos em algum momento da carreira, já sofreram com algum tipo de comentário preconceituoso, pergunta maldosa, ou desrespeito por gênero.

Atuação como repórter de campo no futebol

Quando estudantes de jornalismo que estão no início do curso me perguntam sobre a profissão e atuação na cobertura do futebol, sou enfática em dizer que é apaixonante e ao mesmo tempo desafiador. Além disso, em muitos momentos é necessário ter sangue frio para absorver situações adversas e seguir em frente de cabeça erguida.

Acredito que o ponto principal para as mulheres terem motivação para seguir em frente, principalmente no jornalismo esportivo, mesmo com as adversidades, é ter persistência e acreditar que aquilo que cada uma faz contribui de alguma forma para a sociedade.

A persistência e luta de mulheres no decorrer dos anos em busca de direitos e igualdade de gênero, faz com que hoje, possamos ter mais oportunidades, principalmente espaço para mostrarmos nosso potencial e dizer: sim, podemos contribuir e fazer a diferença.

Por Valéria Foletto, estudante de jornalismo e repórter na rádio Progresso em Ijuí, RS.

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Brasileirão Série A 2017 comprova que não é um campeonato qualquer

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O Brasileirão Série A está na sua 61 ª edição e pode ser considerado um campeonato diferenciado apenas pelo fato do país ter dimensões continentais, podendo-se disputar partidas no Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste em intervalos de 3 dias, sendo necessárias viagens longas e cansativas.

Outra particularidade desse campeonato é o número de clubes que já venceu ao menos uma vez o Brasileirão da Série A, 17 no total, com o Palmeiras com 9 títulos sendo o maior vencedor do torneio.

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Mas para além do título, o Brasileirão tem uma grande capacidade de quebrar as expectativas dos comentaristas em suas previsões de começo de temporada, com equipes consideradas favoritas ao título em situações delicadas e também surpresas na zona de Libertadores e boas campanhas.

Usando esse ano como exemplo, grande parte da imprensa esportiva dava Palmeiras, Flamengo, Atlético-MG e Grêmio como postulantes às primeiras colocações. Entretanto o que vemos foi um primeiro turno perfeito do Corinthians, considerado no começo do ano como 4 ª força de São Paulo, disparar na liderança do campeonato e essas equipes até então favoritas derraparem muito, sendo realizadas trocas de comando no Palmeiras, Flamengo e Atlético-MG.

De um outro lado, equipes como Santos, Cruzeiro, Botafogo e até mesmo Vasco, aproveitam a inconsistência dos adversários de frente e vão ficando em posições muito boas na classificação.

“Grandes” não fogem do rebaixamento

Diferentemente dos campeonatos europeus, em que de 10 em 10 anos uma equipe grande acaba tendo uma campanha desastrosa e caindo para a segunda divisão, no Brasileirão isso é normal! Tanto que hoje, as únicas equipes que nunca caíram são Chapecoense, Cruzeiro, Flamengo, Santos e São Paulo.

Na atual edição, diversas equipes com tradição e força no cenário nacional flertaram e ainda flertam com o rebaixamento, como São Paulo, Fluminense, Sport, Atlético-MG e Coritiba.

Baixa diferença de pontos entre rebaixamento e zona da libertadores

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Outro fator que deixa o Brasileirão fascinante é o grande equilíbrio entre as equipes, já que é praticamente normal um dos 4 primeiros colocados perderem para uma equipe do Z-4. Além disso, podemos destacar a baixa diferença entre as zonas de rebaixamento e de classificação para a Libertadores, possibilitando grandes arrancadas como o Vasco que venceu 3 de 4 partidas e agora está em 8 º lugar, com 45 pontos, ou mesmo o São Paulo, que há 6, 7 rodadas estava na zona da degola e agora já ocupa a 9 ª colocação, a 4 pontos do G-7, com 43 pontos.

Ainda merece destaque a grande rotatividade das equipes no antigo G-4 e agora G-6, podendo virar até G-8. Dentre as equipes que estiveram na Libertadores do ano passado, hoje apenas 4 dos 8 times estão na zona de classificação para a principal competição Sul-Americana, Santos, Flamengo, Botafogo e Grêmio (que inclusive está na final da competição).

Equipes como Corinthians e Cruzeiro, que já tem sua vaga carimbada para a Libertadores, ficaram em 7 º e  12 º lugares no ano passado. No caminho contrário, Atlético-MG e Atlético Paranaense, que participaram da Libertadores do ano passado, amargam os modestos 12 º e 11 º lugares, respectivamente.

Agora é esperar o fim do Brasileirão e ver se as surpresas dessa edição vão até o final ou se ainda tem tempo de alguns times reagirem na competição.

Por Gustavo Pereira

Tite comprova sua Titebilidade

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Após o Brasil golear o Chile por 3×0 e encerrar as eliminatórias com incríveis 41 pontos, o brasileiro tem muito o que comemorar. Após 3 decepções recentes em Copas do Mundo (2006, 2010 e 2014), a última com o fatídico 7 a 1, atrelado à saída de Dunga e a chegada de Adenor Leonardo Bachi, a confiança parece estar lá em cima e o sonho do hexa aparenta ser possível na Copa do Mundo da Rússia em 2018.

Desde que chegou à seleção brasileira Tite mostrou um trabalho muito bem feito. Acompanhou diversos jogos, utilizou informações de observadores e conquistou o carinho e respeito dos torcedores e principalmente dos jogadores.

Diversos atletas brasileiros conhecidos mundialmente como Neymar Jr., Daniel Alves, Marquinhos e Phillipe Coutinho revelam o quão positivo é o trabalho de Tite dentro e fora de campo.

Em texto anteriormente escrito para o Raio-X Esportivo, intitulado “A Titebilidade que vem dando certo“, falávamos sobre o fato de Adenor Leonardo Bachi convocar atletas de sua confiança, alguns deles que já trabalharam com o treinador, e como estes jogadores tem correspondido de forma incrível, às vezes jogando melhor do que vem jogando em seus clubes. Nomes como Paulinho e Renato Augusto se tornaram peças-chave no elenco brasileiro e outros jogadores como Fágner e Cássio apesar de não estarem jogando, sempre é lembrado nas convocações de Tite.

O caso que merece mais atenção é o de Paulinho, que em 1 ano passou de esquecido na China a jogador do Barcelona e vem mostrando que a confiança do treinador em seu trabalho não foi vã.

Além disso o treinador consegue dar oportunidades a nomes que dificilmente seriam lembrados como Diego Tardelli, Gil, Taison e Giuliano. Com isso, gera uma disputa natural e uma maior vontade de atletas da excelente geração brasileira mostrarem cada vez mais serviço.

O ponto alto de Tite está na capacidade em que o treinador e seu staff possuem em motivar atletas que vem de seus clubes e conseguem retornar da seleção em um momento melhor.

Apesar das críticas em relação a muitas convocações controversas, Tite demonstra muita tranquilidade em seu trabalho, principalmente porque tem o grupo todo na sua mão. Com isso, apenas comprova que a Titebilidade dá certo.

Agora com poucos amistosos marcados até a Copa do Mundo 2018, Tite precisa fechar seu elenco. As chances parecem já terem sido dadas e a previsão é de que o técnico da seleção brasileira utilize esses amistosos para entrosar ainda mais o grupo que pretende convocar para a Copa.

Boa sorte Tite, o povo brasileiro está com você!!

Por Gustavo Pereira

Se liga no futebol, Bandeira!

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O atual presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, ocupa o cargo desde 2013, quando foi eleito no dia 3 de dezembro de 2012, com 1.414 votos (triênio 2013-2015). Depois disso, voltou a vencer as eleições em dezembro de 2015 (triênio 2016-2018) e seguirá como presidente do Clube de Regatas do Flamengo até dezembro de 2018.

Formado em administração, o presidente vem se destacando desde o início de sua gestão por sua forma exemplar de  gerenciamento das finanças rubro-negras, sendo considerado um modelo de gestão a ser seguido no Brasil. Em menos de 5 anos, Bandeira e sua equipe conseguiram reduzir uma dívida de cerca de 750 milhões de reais para 360 milhões em 2017.

Entretanto um clube de futebol não se faz apenas de gestão financeira, mas também de resultados. E é exatamente nesse ponto que está o calcanhar de aquiles da atual gestão, que soma apenas a conquista de uma Copa do Brasil em 2013 e dois campeonatos carioca, em 2014 e 2017.

No início de seu primeiro mandato (2013-2015), Eduardo Bandeira de Mello pediu compreensão aos milhões de torcedores rubro-negros pois seu objetivo era arrumar a casa e depois de alguns anos voltar a brigar nas cabeças dos principais campeonatos.

Mas estamos em 2017, e com o pouco retorno dentro de campo, atrelado a falta de títulos e a uma equipe estrelada e cara mas que parece não jogar por amor à camisa rubro-negra e nem mesmo tem conseguido bons resultados, o exemplo de gestão financeira não é mais suficiente para tornar Bandeira unanimidade.

Além de não ganhar títulos, o Flamengo também soma diversos vexames, como por exemplo a eliminação para o Palestino (CHI) ano passado na Sul-Americana e a queda ainda na fase de grupos da Libertadores 2017 quando o Flamengo parecia ser um dos favoritos até mesmo a levantar a taça de campeão do torneio.

Outro motivo que vem fazendo a equipe de Bandeira perder força no Flamengo é a dificuldade de lidar com situações adversas e em muitas situações achar que tudo pode ser resolver com uma boa gestão financeira.

Motivos que fazem Bandeira e sua equipe perder popularidade

O primeiro deles, já citado anteriormente, é a falta de títulos e de uma equipe com o DNA do Flamengo de raça e amor ao clube.

-Protegidos de Bandeira: Em diversas situações o presidente saiu em defesa de jogadores muito contestados no atual elenco. Até aí tudo bem, já que faz parte o presidente defender seus atletas.

Entretanto essa defesa vai além, com Bandeira utilizando o termo “protegidos” para se referir a nomes como Alex Muralha, Márcio Araújo e Gabriel, irritando ainda mais os torcedores, que parecem já não suportar mais tais nomes na Gávea. E para piorar, quase que como birra, o presidente faz questão de renovar os contratos desses jogadores.

-Brigas com a imprensa: Dentre diversas atitudes que afastam o Clube de Regatas do Flamengo dos veículos de jornalismo esportivo, destaca-se a proibição do jornalista Daniel Dantas, do Jornal Extra, de fazer perguntas nas coletivas de imprensa, em represália a uma publicação do jornal que fazia uma brincadeira chamando Alex Muralha apenas por Alex Roberto, seu nome e sobrenome. Após se criar esse mal-estar, o vice- presidente de comunicação e humorista Antônio Tabet foi cortado da lista de colunistas do jornal Globo, gerando ainda mais rasura na relação Flamengo e Imprensa

-Problemas com a CBF: Que a Confederação Brasileira de Futebol é cheia de assuntos mal explicados, todo mundo sabe. Mas a atual gestão do Flamengo conseguiu arrumar um jeito de prejudicar o órgão máximo a nível nacional, o que ainda pode causar efeitos negativos para o Flamengo.

Todo o problema começa com a inscrição de Vinícius Jr. no mundial sub-17, inclusive com documentação paga pela CBF, e convocação do jovem talento rubro-negro. Entretanto, o Flamengo após perder a Copa do Brasil nos pênaltis, disse que tinha avisado à CBF que vencer o campeonato era a condição para liberar o menino. O que gerou um grande mal- estar entre clube e CBF, já que a Confederação tinha tido gastos com o jogador e como o anuncio foi feito em cima da hora, não era viável convocar outro no seu lugar.

O caso repercutiu, e fala-se até que a “desconvocação” do meia Diego teria relação direta com a represália feita pela CBF. Se for verdade, o clube ainda tem muito o que perder, por uma irresponsabilidade sem tamanho da gestão Bandeira.

-Falta de futebol: Como último e talvez mais visível motivo que a gestão Bandeira tem criticada é pelas muitas contratações e pouco resultado desses jogadores. Nomes badalados, como Geuvânio, Rômulo e Conca por exemplo, pouco jogaram na temporada e ostentam elevados salários. Além deles o clube investiu em nomes como Diego Alves, Rodolpho e Éverton Ribeiro ainda não conseguiram justificar suas contratações, o que pressiona ainda mais o presidente e sua equipe.

Por Gustavo Pereira

É preciso recomeçar Tupi!

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Após uma eliminação amarga, com um sentimento de que era possível ter chegado a Série B, sem contar com os erros de arbitragem que interferiram diretamente no resultado do jogo da volta, o ano do Tupi terminou.

O clube juiz-forano foi valente, tentou do começo ao fim reverter a desvantagem que trouxe de Fortaleza, mas acabou sucumbindo. Devido a derrota por 2 a 0 fora de casa, nem mesmo a vitória por 1 a 0 foi suficiente para salvar o ano do Tupi.

Após um campeonato mineiro muito abaixo das expectativas e um início de Série C ruim, o Galo Carijó foi aos poucos se acertando, no meio da temporada foi ganhando fôlego, e devido a um brilhante trabalho de Ailton Ferraz, por muitos torcedores chamado do Mago, conseguiu transformar um elenco limitado e abatido em uma equipe forte e sonhadora.

Méritos totais ao treinador, mas também aos jogadores que aceitaram sua filosofia e abraçaram o que o “Mago” passava. Com isso a equipe que iniciou a Série C sem muitas expectativas, terminou em 2 º lugar em seu grupo, atrás apenas do São Bento e empolgou seus torcedores.

Entretanto o adversário era ninguém menos que o tradicional Fortaleza, que apesar de viver um ano conturbado, na fila pra subir durante 7 temporadas, tinha na força do seu torcedor uma arma.

No jogo da ida foi isso que aconteceu, a torcida embalou a equipe, também muito limitada tecnicamente, e o Leão conseguiu 2 gols muito importantes. Na volta, o Tupi também não pode reclamar, teve o torcedor ao seu lado a todo momento, o público presente surpreendeu e apoiou o Galo Carijó do início ao fim.

Em campo se via uma outra equipe em relação ao primeiro jogo. O Tupi amassou o Fortaleza desde os minutos iniciais, chegou a marcar com Ítalo, em impedimento, teve uma chance clara de gol com Romarinho, entre outras oportunidades, todas no 1 º tempo.

No 2 º tempo, raça e vontade não faltaram para os atletas juiz-foranos. Entretanto a bola insistia em não entrar. Sem contar um pênalti não marcado e um gol mal anulado, o Tupi chegou ao gol aos 35 minutos, porém o 1 a 0 não foi suficiente e acabou com o sonho do torcedor de retornar para a Série B.

O que fazer agora?

Com a eliminação na Série C, e a não conquista do acesso para a Série B, o clube juiz-forano dá como encerradas suas atividades em competições no ano de 2017. Por isso é hora de já pensar em 2018!

A primeira ação a ser feita pela diretoria é uma avaliação do elenco, já que muitas peças mostraram seu valor e provaram que tem condições de atuar em mais uma temporada pelo Tupi. Além disso, a manutenção de um grupo base é essencial para se repetir um bom trabalho e o trabalho de renovação de contratos deve ser feito o quanto antes.

Nessa perspectiva, manter o técnico Ailton Ferraz seria fundamental para o planejamento do clube em 2018, já que o treinador mostrou ter o grupo na mão. Mas por conta do excelente trabalho realizado, deve ter sondagens para clubes de Série B e dificilmente permanece.

Entretanto também é necessário pensar naquelas peças que não encaixaram e representaram mais custos do que benefícios para o Tupi, e com isso, uma barca não pode ser descartada, com nomes que não estão na mesma sintonia com o restante do grupo.

Para 2018, planejamento é uma palavra-chave. Primeiro, para não se repetir os muitos erros de 2017 e segundo, para se criar um projeto mais atraente e que tenha mais possibilidades de gerar resultados na prática.

Mas para além disso, cativar o torcedor é uma das principais estratégias a serem pensadas, porque com o seu apoio, o Tupi Football Clube se torna mais forte.

Por Gustavo Pereira

ANTES DESACREDITADO, SURGE UMA LUZ NO FIM DO TÚNEL

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(Partida disputada em 2017 no Estádio Soares de Azevedo)

O ano de 2017 para o Tupi Foot Ball Club, não começou da melhor forma possível. Após o rebaixamento na série B de 2016, o Galo Carijó teve que se preparar para um recomeço, que todos já sabiam que não seria algo fácil. A equipe contava com orçamento equivalente a 500 mil reais mensais na disputa da Série B, com o rebaixamento, teve esse valor reduzido para aproximadamente 100 mil reais. A diretoria Carijó, tinha uma missão praticamente impossível em suas mãos.

CAMPEONATO MINEIRO

Como já era previsto, o ano seria de muitas dificuldades e no campeonato mineiro a luta foi para permanecer na elite. O Tupi contava com o atacante Flávio Caça-Rato como a sua principal peça e Éder Bastos deu lugar ao então atual técnico, Ailton Ferraz, na campanha que rendeu apenas a oitava posição na competição. Colocação que nem sequer, garantiu uma vaga na Copa do Brasil de 2018.

SÉRIE C

A chave foi virada e o Carijó iniciava mais uma competição, novamente entrava apenas para se manter na divisão, até os próprios torcedores sabiam que a chance da queda era grande. O time foi reformulado, e entre as contratações estava Romarinho o filho do baixinho Romário.

Uma equipe claramente limitada, que teve um péssimo início de competição, sendo derrotado na estreia em casa, jogo que era válido pela segunda rodada do Brasileiro. Entretanto o Tupi seguiu em frente, engatou uma sequência de bons resultados, ficou por várias rodadas sem saber o que era perder, e com isso a luz no fim do túnel vinha se tornando realidade, e a temporada não estava mais perdida.

O Galo Carijó conseguiu a classificação antes mesmo de entrar em campo contra o Volta Redonda pela penúltima rodada da primeira fase, devido as combinações de resultados. No fim da primeira fase da Série C, o Tupi terminou em segundo lugar no Grupo B, com 28 pontos, após encerrar a fase sendo derrotado pelo Bragantino por 3 a 2.

Confirmados os 4 classificados de cada grupo e suas posições, o adversário do Tupi será a tradicional equipe do Fortaleza, que já está disputando a série C pelo oitavo ano seguido e vem forte para disputar a vaga com o Galo Carijó. A equipe de Juiz de Fora terá a vantagem de disputar a segunda partida em casa. Os jogos serão realizados nos dias 16 (às 16 horas) e 23 de setembro (às 20:30 horas) e o apoio da torcida é muito importante para ajudar a equipe juiz-forana.

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(Com torcedores fanáticos como modelos, Tupi lançou sua camisa para a temporada 2017)

Após essas datas, saberemos se o time do Bairro Santa Terezinha conseguirá ou não alçar voos mais altos para aí sim chegar na possível luz no fim do túnel!

Por Antônio Paulo Neto

Mercado europeu fecha e clubes brasileiros celebram as poucas perdas

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Apesar de muitos torcedores lamentarem a perda de bons jogadores de seus clubes, a janela de verão europeia pode ser celebrada por grande parte das equipes brasileiras no fator competitivo, já que apesar do assédio em alguns dos principais jogadores do cenário nacional, poucos efetivamente foram vendidos de imediato.

Um dos grandes fatores que fizeram a janela de transferências de verão na Europa e Ásia não ser tão aquecida na busca pela mercado brasileiro foi as mudanças impostas pelo governo chinês que agora dificultou em muito a gastança por lá e com isso poucos jogadores brasileiros se mudaram para o outro lado do mundo.

Dentre os clubes que mais sofreram com as investidas nessa janela está o São Paulo, que vendeu dois atletas para o LOSC Lille, de El Loco Bielsa, sendo o volante Thiago Mendes e o atacante por 9 e 10,5 milhões de euros. Além disso o clube ainda perdeu 3 peças do setor defensivo: o xerife Maicon, que por 7 milhões de euros foi para o Galatasaray (TUR), o zagueiro Lyanco, que custou 7 milhões de euros ao Torino (ITA) e o zagueiro Lucão, que foi emprestado ao Estoril (POR). Entretanto, trouxe o zagueiro Aderllan dos Santos, que veio emprestado do Valencia, o profeta Hernanes, que veio do Hebei Fortuna (CHI) e o meio-campista Marcos Guilherme, vindo do Dínamo de Zagreb (CRO).

A Chape foi outra equipe que sofreu baixas nesta janela, tendo vendido o atacante Rossi para o Shenzhen FC (CHI), por 3,4 milhões de euros e o volante Andrei Girotto, que foi para o Nantes (FRA), por 1 milhão de euros.

Alguns clubes perderam apenas um dos jogadores importantes para seus elencos, casos de Santos, que manteve nomes como Lucas Lima e Bruno Henrique, mas aceitou negociar o jovem Thiago Maia por 4,5 milhões de euros, do Vasco, que por 12 milhões de euros vendeu o jovem volante Douglas Luiz, que apesar de ter sido vendido ao Manchester City (ING), foi repassado por empréstimo ao Girona (ESP), do Grêmio, que segurou Luan mas acabou perdendo Pedro Rocha, que por 1,5 milhões de euros foi para o Spartak Moscou (RUS) e do Atlético-MG, que perdeu o volante Rafael Carioca para o Tigres (MEX) por 6 milhões de euros.

Ao todo a janela brasileira movimentou 94 milhões de euros segundo a TransferMarkt, mas grande parte desse valor foi utilizado em transferências a nível nacional ou em transações Ásia/Europa –> Brasil.

O que observou-se nesta janela foi que chegaram mais jogadores repatriados do que saíram jogadores importantes no cenário nacional, como por exemplo Éverton Ribeiro, Diego Alves, Rodolpho e Geuvânio que vieram para o Flamengo, Deyverson e Bruno Henrique que reforçaram o Palmeiras, Petros e os próprios Aderllan, Hernanes e Marcos Guilherme que reforçaram o São Paulo entre outros jogadores que tornam as competições brasileiras mais competitivas e os clubes mais fortes para disputar competições como a Libertadores e Sul-Americana.

Outro motivo de celebração foi que nomes muito assediados como Yerri Mina do Palmeiras, Wendell do Fluminense, Luan do Grêmio e Paolo Guerrero do Flamengo, permaneceram em suas equipes.

Por Gustavo Pereira

Os garotos vem ganhando espaço no futebol brasileiro

Desde a conquista inédita da medalha de ouro nas Olimpíadas Rio 2016, os jovens talentos brasileiros vem ganhando notoriedade no cenário nacional. Mas para além disso, vem conquistando aos poucos espaço nas equipes principais, alguns até como titulares incontestáveis de suas equipes.

O futebol brasileiro já é mundialmente conhecido como celeiro de promessas, e por isso, é só surgir algum jovem despontando que o mercado europeu já fica de olho. Exemplos recentes disso são o zagueiro Marllon, ex-Fluminense e que agora está treinando com o elenco principal do Barcelona (ESP), David Neres, que saiu do São Paulo e foi para o Ajax (HOL) onde foi titular em várias partidas do clube, Wallace, ex-Grêmio e que é titular absoluto no Hamburgo (ALE), entre outros.

Além dos exemplos citados acima, três meninos chamaram muita atenção e foram vendidos por cifras milionárias a grandes clubes do cenário mundial.

Vinícius Jr. (atacante pelos lados)- O jovem que completa hoje (12/07) apenas 17 anos ganhou notoriedade no mundial Sub-17 onde sobrou. Com isso, iniciou-se uma batalha entre Real Madrid e Barcelona para contar com o garoto. Melhor para o Real, que por incríveis 45 milhões de euros, se tornando a segunda transferência mais cara do Brasil, atrás apenas de Neymar, que foi justamente para o rival. Vale lembrar que o jogador sequer tinha atuado pelos profissionais quando o Real Madrid iniciou as conversas com o Flamengo.

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Vitinho (atacante pelos lados) – Se o Barça não conseguiu levar o atleta do Flamengo, investiu em outra jovem promessa proveniente das categorias de base do Palmeiras. A contratação de Vitinho, de 18 anos, segue os mesmo parâmetros da transferência de Marllon, ex-Fluminense, onde o atleta será emprestado por 1 ano ao Barcelona B e poderá ser comprado em definitivo por um valor próximo de 15 milhões de euros.

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Douglas – Outra bomba do mercado, o volante Douglas foi vendido para o Manchester City por um valor aproximado de 15 milhões de euros. O jovem de 19 anos se destacou nos profissionais do Vasco esse ano, sendo titular absoluto da equipe, e comandando a meiuca vascaína.

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Mas além deles, muitos outros jovens promissores vem pintando no Brasil. E pensando nisso, o Raio-X Esportivo montou sua seleção do Brasileirão apenas com jogadores sub-23 que vem dando alegria aos seus torcedores.

Seleção sub-23 Brasileirão

Goleiro: Jean (Bahia) – O goleirão de 21 anos foi titular no mundial Sub-20 e também é titular incontestável do Bahia, com excelentes atuações e defesas difíceis

Lateral-direito: Dodô (Coritiba) – Um dos mais jovens atletas titulares do Brasileirão, Dodô tem apenas 18 anos e já atuou em 9 oportunidades pelo Coxa no campeonato. Além disso, tem passagens pela seleção de base do Brasil.

Zagueiro 1: Igor Rabello (Botafogo) – Com 22 anos o jovem recebeu a missão de assumir a vaga de titular na zaga botafoguense e vem dando conta do recado com atuações seguras. Só no Brasileirão já são 11 jogos.

Zagueiro 2: Lucas Veríssimo (Santos) – O jovem santista acabou de completar 22 anos e já conseguiu sua vaguinha no time titular da Vila Belmiro. Também com 11 jogos no Brasileirão o jovem vem mostrando talento.

Lateral-esquerdo: Guilherme Arana (Corinthians) – Com apenas 20 anos, Guilherme Arana já domina a latera esquerda corintiana há um tempo e só vem crescendo de nível, sendo especulado em grandes europeus.

Volante 1: Wendel (Fluminense) – Com apenas 19 anos é titular do Fluminense comandado por Abel Braga e vem apresentando um futebol consistente e de qualidade. Volante com boa saída de jogo, o atleta vem recebendo sondagens do mercado internacional e é um dos destaques do tricolor carioca.

Volante 2: Arthur (Grêmio) – Com apenas 20 anos o jovem vem ganhando espaço com Renato Gaúcho. Só no Brasileirão são 10 partidas e a titularidade vem apenas coroando o bom futebol apresentado pelo garoto.

Meio-campista: Thiago Maia (Santos) – Campeão olímpico na Rio 2016 atuando como titular em algumas partidas o volante/meia já é realidade. Além de apresentar um futebol de qualidade, tem muita presença em campo e desperta interesse de gigantes europeus. Apesar de ter apenas 20 anos, já está pronto para atuar em qualquer liga do mundo.

Atacante 1: Richarlison (Fluminense) – Principal promessa de gols do tricolor carioca o atacante recentemente se envolveu em uma confusão onde recebeu uma proposta muito boa do Palmeiras e pediu para não jogar contra a equipe paulista. Entretanto a negociação não foi concluída e Richarlison continua brilhando sob o comando de Abelão. Jogador rápido e alto, chama atenção por sua inteligência com a bola nos pés, e jogou o último Sul-Americano pelo Brasil como titular.

Atacante 2: Éverton (Grêmio) – Juntamente com Luan o atacante pelos lados é muito rápido e vem bagunçando asa zagas adversárias. Com apenas 21 anos é mais uma promessa em evidência e já é titular do Grêmio desde 2016.

Atacante 3: Vinícius Jr. (Flamengo) – Apesar de estar vendido ao Real Madrid, o jovem de 17 anos permanecerá no Flamengo até completar 18 anos, e apesar de não ser titular, o jovem vem recebendo algumas oportunidades e aos poucos tem se soltado nas partidas. Conhecido por sua irreverência, o atleta proporciona alguns lances bonitos que fazem a torcida vibrar.

Reservas

Além deles, outros jovens também vem se destacando:

Goleiro: Thiago (Flamengo)

Zagueiro: Reginaldo (Fluminense)

Volante: Jean (Vasco)

Meia/Atacante: Guilherme (Botafogo)

Atacante: Pedrinho (Corinthians)

 

O Botafogo que dá certo!

Após um final de ano de glória, com uma incrível arrancada da zona de rebaixamento até o G-6, o Botafogo continua em seu sonho. Comandado por Jair Ventura, o clube eliminou na pré-Libertadores o tradicional Olimpia (PAR), além do Independiente del Valle (EQU) e caiu de pára-quedas no grupo da morte, com Atlético Nacional (COL), Estudiantes (ARG) e Barcelona de Guayaquil (EQU).

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O CRÉDITO DA FOTO É OBRIGATÓRIO: Vítor Silva/SSPress/Botafogo
Jair Ventura. Treino do Botafogo em General Severiano. 04 de Novembro de 2016, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Foto: Vitor Silva/SSPress/Botafogo.

Outra vez brilhou a estrela de Jair Ventura, que parece ter seus comandados na mão. Com uma campanha simples, mas correta, o Botafogo conquistou 10 pontos, 3 vitórias e 1 empate, tendo marcado apenas 6 gols e sofrendo 5, ficando com um saldo de 1 gol positivo.

Com a classificação em primeiro lugar do grupo, foi sorteado para jogar contra outro tradicional da América do Sul, o Nacional (URU), tendo a chance de decidir em casa.

Na Copa do Brasil, a equipe da estrela solitária também fez o seu papel e eliminou o Sport de Recife, após vencer por 2 a 1 em casa e empatar por 1 a 1 fora. Agora encara o Atlético-MG, que vem mal no ano e tem o técnico Roger Machado ameaçado no cargo.

No Brasileirão, a equipe ocupa a 4 ª colocação após 9 rodadas e já aponta como postulante à briga por G-6 e até título. Com 4 vitórias, 3 empates e 2 derrotas, Jair Ventura chegou a poupar atletas em seu elenco e conseguiu ainda assim resultados importantes. Isso sem contar com Montillo, principal reforço da temporada,que pouco jogou no ano por conta de uma lesão.

bot(Botafogo vem conseguindo resultados expressivos em 2017)

O certo é que dos jovens treinadores que vem surgindo no Brasil, Jair já é uma realidade. Mesmo com orçamento enxuto e sem muitas estrelas em seu elenco, o treinador vem conseguindo tirar o melhor futebol de seus atletas e os resultados se dão no campo, onde o Botafogo já mostra ter subido um patamar.

Jogadores como Victor Luís, Bruno Silva, Rodrigo Pimpão e até mesmo o centroavante Roger estão em suas melhores fases. Além disso Jair conseguiu fazer uma boa transição e mescla entre experientes e jovens jogadores, lançando promessas como Igor Rabello, Guilherme, entre outras.

Com isso, espera-se uma temporada muito boa da equipe de General Severiano, que vem se mostrando muito competente e vem encantando com um futebol simples e bem jogado.

Por Gustavo Pereira

Jovens talentos fora das 4 linhas

O futebol é um dos esportes mais técnicos e táticos do mundo, e isso é facilmente percebido a partir do momento em que são 10 jogadores de linha e 1 goleiro, o que já permite infinitas possibilidades de formações táticas e modos de jogar.

E apesar dos jogadores sempre ocuparem papéis de protagonismo, os treinadores também tem papel essencial para que uma equipe conquiste bons resultados. E recentemente, a figura do técnico passou a ser mais valorizada do que nunca, e alguns possuem atualmente status e salário de estrela do mundo futebolístico, casos de Pepe Guardiola, José Mourinho e Tite.

Mas outro fenômeno vem acontecendo no cenário mundial, incluindo o Brasil, que é o surgimento de jovens treinadores, que mesmo com pouca experiência de trabalho assumem clubes gigantes e muitos deles dão conta do recado.

O maior expoente disso é o técnico Zinedine Zidane, atual treinador do Real Madrid, que se notabilizou como jogador de futebol, mas após ter se aposentado estudou, treinou algumas equipes de base e ainda jovem chegou à frente do poderoso Real Madrid. E a aposta vem dando muito certo, já que à frente dos merengues o técnico já é bicampeão da Champions League e atual campeão da La Liga.

Ainda na Espanha, outro exemplo recente foi Luís Henrique, que até o fim dessa temporada treinou o Barcelona e apesar do fracasso nas quartas da Champions League, conquistou alguns títulos importantes como a La Liga 2015/2016 e a Copa do Rei 2016/2017.

Entretanto, na Alemanha talvez tenhamos um dos maiores valores do mundo, caso de Julian Nagelsmann, de apenas 29 anos, e que após tirar o Hoffenheim da zona da degola na temporada 2015/2016, levou o clube ao incrível 4 º lugar da Bundesliga e conquistou uma vaga nos play-offs da Champions League da próxima temporada. Outro nome é o do português André Villas-Boas, 39 anos, que já teve passagens por grandes times como Porto, Chelsea, Tottenham, Zenit e Shanghai SIPG.

No Brasil, o fenômeno dos jovens treinadores também está presente, mas muita das vezes devido a queda de um treinador e efetivação do interino. E um dos maiores sucessos atuais é o atual técnico do Botafogo, Jair Ventura, 37 anos, que assumiu o Glorioso em crise, ameaçado de queda no Brasileirão de 2016, e não livrou a equipe, como conquistou a classificação para a Libertadores 2017. E seu trabalho vem sendo cada vez mais reconhecido, principalmente pela bela campanha do Botafogo na Liberta, com sua equipe passando em primeiro do grupo.

O CRÉDITO DA FOTO É OBRIGATÓRIO: Vítor Silva/SSPress/Botafogo

Outros exemplos disso são Zé Ricardo do Flamengo, que apesar de estar atualmente pressionado no cargo, tem um elevado índice de aproveitamento à frente do rubro-negro carioca; Rogério Ceni, ídolo do São Paulo e que após se aposentar, dedicou grande parte de seu tempo em cursos de treinadores fora do Brasil, e agora está à frente do tricolor paulista.

Por Gustavo Pereira