Recomeçar é preciso

Após uma temporada com mais baixos do que altos, dificuldades financeiras e elenco muito jovem, JF Vôlei sofreu muito na temporada 2017/2018, e com o rebaixamento à Superliga B, precisa se reinventar!

Na temporada atual a equipe foi a lanterna, com apenas 8 pontos conquistados, e uma campanha de 3 vitórias e 19 derrotas. A equipe juiz-forana só ganhou do Copel Maringá, duas vezes, por 3 sets a 2 fora de casa, e 3 a 0 em casa, e do Minas Tênis Clube fora de casa, por 3 sets a 2.

Ou seja, a equipe conquistou 7 dos seus 8 pontos com vitórias, e apenas 1 por derrota por 3 sets a 2, fora de casa contra o Sesc-RJ. E nas outras 18 derrotas o JF Vôlei sofreu um 3 a 0 ou 3 a 1.

Elenco jovem

A princípio poderíamos justificar o baixo desempenho da equipe de Juiz de Fora pelo elenco jovem e pelo baixo orçamento financeiro, já que o próprio Maurício Bara afirmou que o time passa por dificuldades financeiras desde a temporada 2016/2017, quando firmou uma parceria com o Sada Cruzeiro.

No entanto essa não é exatamente uma desculpa para o desempenho abaixo da equipe do JF Vôlei, já que na temporada passada o time passou pelos mesmos problemas e conseguiu uma histórica classificação para as quartas de final da Superliga, comandados por Renan Buiatti e Rodrigo Ribeiro, e municiados pelo líbero Fábio Paes.

O que ocorreu na temporada atual foi um descuido na montagem do elenco, que ficou muito focado na juventude e se esqueceu de dar oportunidades para atletas que tem identificação com a equipe e poderiam fazer um bom trabalho por aqui.

Se pegarmos como comparação o elenco da temporada 2016/2017, temos Renan Buiatti e Rodrigo Ribeiro como os mais valorizados, tanto que foram para equipes que subiram recentemente da Superliga B, e que prometem investimento pesado para alcançar em breve o topo, como Sesc-RJ e Corinthians, respectivamente. De fato era impossível segurar esses atletas, devido ao assédio de equipes com maior investimento. Só que o JF Vôlei acabou não conseguindo repor bem essas duas posições, e tanto o oposto venezuelano Emerson Rodriguez, quanto o levantador Felipe Hernandez, alternaram bons e maus momentos na temporada, e contribuíram para a queda de desempenho do time.

Além disso, outros jogadores como o líbero Fábio Paes e o central Diego, que jogaram mais de uma temporada pelo JF Vôlei, acabaram dispensados da equipe em prol da renovação do elenco, e para seus lugares foram utilizadas duas opções que já estavam na temporada passada, Juan Méndez para líbero, e Rômulo e Bruno como centrais. Só que os jovens sentiram o peso de uma Superliga A, e acabaram prejudicando o desempenho do coletivo em alguns jogos, até porque no vôlei a experiência faz diferença, tanto psicológica como também na resolução dos jogos.

Como ponto positivo, o JF Vôlei contou com o ponteiro Leozinho, fenômeno das categorias de base, e que carregou a equipe em muitas partidas. Só que não ter ninguém para dividir a responsabilidade pesou sobre o jovem, o que fez com que seu rendimento fosse caindo ao longo da temporada.

Reconstrução e recomeço

Agora a equipe vai precisar se reinventar na Superliga B se quiser retornar à elite do voleibol nacional.

As muitas temporadas na Superliga A foram muito positivas para Juiz de Fora, mas o recomeço chega em um bom momento, já que a diretoria da equipe espera contar com apoio financeiros de leis estaduais e/ou federais de incentivo ao esporte, o que pode impulsionar novamente o projeto JF Vôlei.

Uma boa forma de reconstrução é voltar a valorizar os atletas locais, algo que o projeto foi perdendo na medida em que se via pressionado a se manter na elite do voleibol nacional.

Nomes como o do líbero Fábio Paes (que contribuiu para o acesso do Ribeirão Preto para a Superliga A e deve continuar na equipe), do central Diego (atualmente sem clube), do levantador Tarik (que atuou na Superliga B pelo Monte Cristo) e do ponteiro Pedro Londero (que atua pelas categorias de base do São José e que é visto com muito potencial) precisam ser analisados com carinho pela diretoria do JF Vôlei, por serem da casa, ou por possuírem um vínculo forte com Juiz de Fora.

Além disso, para o comando da equipe é possível pensar no nome do Marcus Vinícius, conhecido como Didi, e que trabalha há algumas temporadas no voleibol de São Paulo, e tem como especialidade as categorias de base, o que poderia auxiliar até mesmo na montagem de um elenco barato e com jovens promissores e com muito potencial de desenvolvimento.

Não podemos esquecer que o JF Vôlei já perdeu a oportunidade de contar com grandes nomes da região como os opostos Wagner, atualmente no Santa Croce, da Itália; Felipe Roque, atualmente no Minas Tenis Clube; e o central Maycon Leite, atualmente no Palavollo Molfetta.

Nesse momento de recomeço é necessário o JF Vôlei retornar à mentalidade do início do projeto, e voltar a crescer pouco a pouco, para voltar forte para a Superliga A.

Por Gustavo Teixeira

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ANTES DESACREDITADO, SURGE UMA LUZ NO FIM DO TÚNEL

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(Partida disputada em 2017 no Estádio Soares de Azevedo)

O ano de 2017 para o Tupi Foot Ball Club, não começou da melhor forma possível. Após o rebaixamento na série B de 2016, o Galo Carijó teve que se preparar para um recomeço, que todos já sabiam que não seria algo fácil. A equipe contava com orçamento equivalente a 500 mil reais mensais na disputa da Série B, com o rebaixamento, teve esse valor reduzido para aproximadamente 100 mil reais. A diretoria Carijó, tinha uma missão praticamente impossível em suas mãos.

CAMPEONATO MINEIRO

Como já era previsto, o ano seria de muitas dificuldades e no campeonato mineiro a luta foi para permanecer na elite. O Tupi contava com o atacante Flávio Caça-Rato como a sua principal peça e Éder Bastos deu lugar ao então atual técnico, Ailton Ferraz, na campanha que rendeu apenas a oitava posição na competição. Colocação que nem sequer, garantiu uma vaga na Copa do Brasil de 2018.

SÉRIE C

A chave foi virada e o Carijó iniciava mais uma competição, novamente entrava apenas para se manter na divisão, até os próprios torcedores sabiam que a chance da queda era grande. O time foi reformulado, e entre as contratações estava Romarinho o filho do baixinho Romário.

Uma equipe claramente limitada, que teve um péssimo início de competição, sendo derrotado na estreia em casa, jogo que era válido pela segunda rodada do Brasileiro. Entretanto o Tupi seguiu em frente, engatou uma sequência de bons resultados, ficou por várias rodadas sem saber o que era perder, e com isso a luz no fim do túnel vinha se tornando realidade, e a temporada não estava mais perdida.

O Galo Carijó conseguiu a classificação antes mesmo de entrar em campo contra o Volta Redonda pela penúltima rodada da primeira fase, devido as combinações de resultados. No fim da primeira fase da Série C, o Tupi terminou em segundo lugar no Grupo B, com 28 pontos, após encerrar a fase sendo derrotado pelo Bragantino por 3 a 2.

Confirmados os 4 classificados de cada grupo e suas posições, o adversário do Tupi será a tradicional equipe do Fortaleza, que já está disputando a série C pelo oitavo ano seguido e vem forte para disputar a vaga com o Galo Carijó. A equipe de Juiz de Fora terá a vantagem de disputar a segunda partida em casa. Os jogos serão realizados nos dias 16 (às 16 horas) e 23 de setembro (às 20:30 horas) e o apoio da torcida é muito importante para ajudar a equipe juiz-forana.

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(Com torcedores fanáticos como modelos, Tupi lançou sua camisa para a temporada 2017)

Após essas datas, saberemos se o time do Bairro Santa Terezinha conseguirá ou não alçar voos mais altos para aí sim chegar na possível luz no fim do túnel!

Por Antônio Paulo Neto

JF Vôlei para os Juiz-Foranos?

Após uma temporada além das expectativas, onde o JF Vôlei conseguiu a classificação para os play-offs da Superliga 2016/2017, a indefinição volta a tomar conta da equipe juiz-forana.

Até agora pouco se sabe sobre a equipe de Juiz de Fora, que apesar de já ter confirmado sua participação nos campeonatos mineiro e Superliga 2017/2018 e ter renovado sua parceria com o Sada Cruzeiro, não há notícias sobre quais atletas permanecerão no elenco. Dentre as renovações, a única garantida é a do técnico Henrique Furtado, que vai permanecer em Juiz de Fora mais uma temporada.

Perdas para a temporada

Apesar de não ter confirmado nenhum atleta para a próxima temporada, o JF Vôlei liberou todos os seus atletas para fecharem contratos com outras equipes caso recebam propostas.

Como a maioria das equipes já vem se reforçando, a equipe juiz-forana já perdeu alguns de seus destaques para o mercado. O oposto Renan Buiatti, maior pontuador da primeira fase da Superliga, fechou com o Sesc-RJ, o levantador Rodrigo Ribeiro foi para o Corinthians e o central Rômulo será aproveitado pelo Sada Cruzeiro em seu elenco principal.

Além disso, outros experientes jogadores do elenco como o ponteiro Ricardo Júnior, o líbero Fábio Paes e o central Diego Almeida ainda não tiveram seus contratos renovados.

Opção viável

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(Tatinho, Maycon Leite, Laerte Stroppa, Tárik Pereira e Wagner Pereira, todos jogaram em Juiz de Fora durante boa parte de suas categorias de base)

Juiz de Fora é notadamente uma cidade cheia de talentos no mundo do vôlei, não obstante, revela diversos nomes para o cenário nacional e até internacional. Entretanto, o JF Vôlei é uma das únicas equipes que não possui um trabalho de base que possa gerar frutos à equipe principal.

Recentemente equipes como Minas Tênis Clube e Campinas sofreram com cortes de verbas de seus patrocinadores e com isso tiveram que recorrer à base. No Minas, equipe conhecida por possuir uma base forte, a fórmula deu certo, e o elenco formado por muitos jovens conseguiu um bom resultado na Superliga 2016/2017. Além disso, algumas promessas, como o juiz-forano Felipe Moreira Roque, despontaram no time e conseguiram a titularidade, além de notoriedade no cenário nacional.

Pensando nisso, uma opção para o JF Vôlei é se voltar para o mercado interno, de modo a reforçar a sua equipe e não gastar muito para isso. Exemplos recentes mostram que a equipe não costuma dar muito valor aos prata da casa, como por exemplo:

-O oposto Felipe Moreira, que sequer atuou pelo JF Vôlei e hoje é um dos destaques do Minas;

-O líbero Tatinho, que após defender a equipe juiz-forana por várias temporadas na Superliga, inclusive sendo titular na campanha de permanência do JF Vôlei na repescagem da temporada 2015/2016, não teve seu contrato renovado e passou a temporada 2016/2017 sem clube;

-O ponteiro Pedro Londero, de 20 anos, que atualmente se encontra no São José Vôlei e que precisou sair ainda cedo de Juiz de Fora devido a falta de uma equipe de base competitiva que o projetasse para o voleibol profissional;

-O levantador Tárik, 21 anos, que já atuou pelo JF Vôlei, mas nunca teve a chance de mostrar seu jogo. O levantador está no mercado após ter sido titular da equipe do Monte Cristo (Goiânia) na Superliga B 2016/2017 e ter sido um dos destaques do time;

-O central Diego Almeida, que esteve no elenco 2016/2017 mas atuou em poucas partidas, ganhando mais minutos de jogo apenas no fim da temporada. O atleta é experiente, com passagens por equipes do Brasil e Espanha e poderia dar uma confiança a mais para os jovens.

No fim de agosto inicia-se a temporada 2017/2018, com a disputa do campeonato mineiro, e com isso, vale a pena dar uma olhada nos talentos juiz-foranos que podem ter um excelente custo-benefício tanto dentro quanto fora de quadra.

Por Gustavo Pereira

JF Vôlei: o que falta pra engrenar?

(Imagem retirada do site jfvolei.com.br)

Criado em 2007, o atual JF Vôlei passou por muitas transformações. O projeto inicialmente era vinculado à Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), e, no início, a Superliga de Voleibol era apenas um sonho distante, já que a equipe era composta por voluntários, alguns deles estudantes de Educação Física da UFJF.

História da equipe

Em sua essência, a equipe foi criada, principalmente, com o objetivo dos alunos desenvolverem pesquisas acadêmicas, e terem dentro da Universidade uma oportunidade de estagiar em um clube de voleibol, além do acréscimo de ter uma melhor acessibilidade a atletas de alto rendimento. Inclusive, diversos projetos de monografia, e até mesmo de mestrado, de alunos de vários cursos da UFJF, utilizaram a equipe do JF Vôlei como laboratório e objeto de pesquisa

Mauricio Bara, professor da UFJF e atual diretor do JF Vôlei, diz que “a principal motivação para a criação do time foi a dificuldade dos alunos e dos professores em coletarem dados de atletas de alta performance, já que a única possibilidade até então era o Tupi, mas que era de difícil acessibilidade para os estudantes”.

Porém, os resultados vieram mais rápido do que se esperava, e na temporada 2010/2011, com a conquista do vice-campeonato da Liga Nacional (que corresponde à Série B do vôlei), o então UFJF Vôlei conquistou o acesso para a Superliga do ano seguinte.

Desde então a equipe disputou todas as edições do principal campeonato de vôlei do cenário nacional, 5 já terminadas, e com participação garantida para a 6 ª Superliga, com estréia marcada para o dia 26 de outubro, contra o Brasil Kirin, no ginásio da Faefid.

Desempenho na competição

O histórico da equipe na Superliga não contém muitas glórias, mas isso não significa que não teve muita emoção.

  • 11ª colocação nas temporadas 2011/2012 e 2012/2013
  • 9 ª colocação nas temporadas 2013/2014 e 2014/2015, nas duas últimas ficando muito próxima da classificação para os play-offs (jogos de ida e volta onde quem perder é eliminado).
  • 12 ª colocação na temporada 2015/2016 (vaga garantida ao ser campeão da seletiva ou repescagem para a Superliga)

Por que a equipe não engrena?

Essa é uma pergunta que não se tem uma resposta exata, mas trarei alguns pontos que mostram alguns problemas da equipe do JF Vôlei

-Falta de uma categoria de base eficiente

Juiz de Fora é conhecido por revelar vários atletas para o voleibol nacional, tanto no masculino como no feminino, tendo como maiores exemplos Giovane Gávio, André Nascimento e Márcia Fu, mas tantos outros atletas iniciaram suas carreiras na cidade da Zona da Mata mineira.

Entretanto, a equipe até 4 anos atrás, sequer tinha uma categoria de base. Apenas em 2012 foi fechada uma parceria entre UFJF Vôlei e o Clube Bom Pastor, onde os atletas do Bom Pastor representariam a base do UFJF Vôlei.

Mas em termos de resultados, a parceria até agora não gerou muitos frutos, já que nenhum atleta que veio da base conseguiu se firmar no elenco profissional do JF Vôlei.

Alguns dos principais clubes do cenário nacional, Sada Cruzeiro, Minas e Sesi-SP, são exemplos de que investir nas categorias de base pode ser um bom caminho para se ter uma equipe forte e conseguir reciclar o elenco.

No caso do Minas, esse fator se evidencia ainda mais após corte de parte dos patrocínios que a equipe recebia, obrigando o tradicional clube de voleibol a utilizar praticamente toda sua base para compor o elenco principal que disputará a Superliga 2016/2017.

-Excessivas trocas no elenco

Um outro grande problema do JF Vôlei é a falta de uma equipe base.Os torcedores mais apaixonados, ou mesmo aqueles que, mesmo de longe, sempre acompanharam a equipe de Juiz de Fora, devem se lembrar de inúmeros nomes que já passaram pela equipe, mas não permaneceram por mais de duas temporadas.

Alguns nomes com Vitor Hugo, Sérgio Félix, Juninho, Japa, entre outros, ainda deixam saudade em Juiz de Fora, principalmente pelas boas temporadas que os atletas desempenharam no clube e pela continuidade após saírem do JF Vôlei.

Para se ter ideia, nenhum atleta que disputou a primeira temporada, do então UFJF Vôlei na Superliga, permanece na equipe. E um outro fato é que, dos atletas da temporada 2016/2017, apenas o central Diego é nascido na cidade de Juiz de Fora. O atleta que mais temporadas defendeu a equipe do JF Vôlei foi o líbero Octacílio Netto (Tatinho), 5 temporadas.

Além disso, apenas Diego (central), Rodrigo (levantador) e Fábio Paes (líbero) já vestiram a camisa do JF Vôlei.

-Falta de investimento

Uma outra dificuldade da equipe está no fato de não ter um projeto a longo prazo. Problemas como falta de apoio dos empresários de Juiz de Fora, falta de verba e falta de incentivo da Confederação Brasileira de Voleibol todo ano batem à porta do JF Vôlei. O clube consegue ano após ano se reinventar, mas as finanças parecem cada vez mais serem escassas.

Com isso, aparece as dificuldades de manter a equipe na Superliga, problemas na montagem do elenco e incertezas. E com toda certeza isso faz a diferença na hora de disputar um campeonato com os grandes do Brasil.

Pontos positivos da equipe

-Torcida

A torcida sempre faz um show à parte. Desde o início da saga do JF Vôlei na Superliga, um público fiel ao time nunca deixou de apoiar, mesmo nos momentos mais difíceis que a equipe atravessou. Sempre como um sétimo jogador, a torcida empurra o time e faz do Ginásio da Faefid um verdadeiro caldeirão.

Essa pressão é tão positiva que em casa, o JF Vôlei é reconhecido por ser um adversário complicado. Na história, vitórias sobre Sesi-SP, Taubaté, Sada Cruzeiro, entre outros grandes do Brasil, tornam a torcida um trunfo para a equipe conquistar pontos.

-Elenco jovem

Mesmo sem muita idade, a jovem equipe do JF Vôlei é muito experiente. Muitos dos jogadores tem passagens pelas seleções brasileiras de base e sabem o que é encarar grandes equipes em uma competição muito difícil.

Mostrar serviço deve ser a máxima dos garotos, que juntamente com alguns atletas mais experientes, podem surpreender na Superliga.

Expectativa para temporada

A equipe já iniciou a temporada 2016/2017, mas não teve um bom começo. Perdeu todas as partidas que disputou no campeonato Mineiro de Voleibol e foi eliminada nas semi-finais, após derrota por 3 sets a 0 para o Sada Cruzeiro.

Confira o elenco para a temporada 2016/2017

Levantadores: Rodrigo Ribeiro,  Henrique Adami e Rhendrik
Opostos: Carlos Junio e Renan Buiatti
Ponteiros: Ricardo, Rammé, Raphael e Victor
Líberos: Fábio Paes e Juan Mendez
Centrais: Diego, Bruno, Rômulo, Franco e Matheusão

Treinador: Henrique Furtado

Com estréia em casa contra o Brasil Kirin, no dia 26 de outubro, a equipe de Juiz de Fora tenta melhorar o seu desempenho obtido no campeonato mineiro e busca a permanência da equipe mais um ano na Superliga.

O levantador Rodrigo Ribeiro, 1,90m, vem de uma excelente temporada em Montes Claros e deve comandar o jovem plantel do JF Vôlei. Além dele, o oposto Renan Buiatti, 2,17m, tenta recuperar o seu melhor voleibol, para quem sabe retornar à seleção brasileira.

Outros destaques são o ponteiro Ricardo Júnior, 2,05m, que veio do Taubaté, e os dois únicos remanescentes da temporada passada, o central Diego, 2,05m, e o líbero Fábio Paes, 1,90m.

Entre os jovens, o central Matheusão, 2,04m, e o ponteiro Rammé, 2m, tem boas chances de surpreender na temporada, ambos são jogadores da seleção brasileira juvenil. Além deles, o levantador, Rhendrick, 1,82m, da seleção brasileira infanto, pode ganhar oportunidades para se destacar na Superliga 2016/2017.

Expectativa de colocação: A equipe entra na competição para permanecer mais uma temporada na Superliga. Porém, dificilmente fica entre os 8 melhores colocados, tendo a 9ª ou a 10ª posição como uma boa temporada.

Por Gustavo Pereira